Segundo o Índice FipeZAP de Venda Residencial, a capital paulista foi a cidade que registrou o m² mais caro em agosto de 2025 entre os municípios cobertos pelo jornal Giro. A média de preço foi de R$ 11.721/m². Nacionalmente, São Paulo ocupa a 6ª colocação. Em 2º lugar, na região, aparece Barueri, com valor médio de R$ 11.622/m². Na lista geral, a localidade vem logo em seguida, na 7ª posição.
Já Osasco ocupa a 3ª colocação na região e o 21º lugar no ranking geral, com o m² valendo R$ 8.147. Os dados têm como base os preços de imóveis residenciais em 56 cidades brasileiras, a partir de anúncios de apartamentos prontos anunciados na internet.
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São Paulo
A variação mensal do preço de vendas de imóveis residenciais na capital paulista foi de +0,43% em agosto deste ano. Em julho de 2025, o valor foi maior, de +0,50%. Já a variação dos preços das vendas em São Paulo no ano de 2025 (acumulada no ano) foi de +2,98%. A variação no Brasil todo neste período foi mais elevada, de 4,45%.
Comparando com agosto de 2024, o valor médio do m² na cidade foi de R$ 9.280 neste período.

Barueri
Já no município de Barueri, a variação mensal do preço de vendas de imóveis residenciais foi de +1,22% em agosto. No mês anterior, o valor foi mais baixo, de +1,00%. Já a variação dos preços das vendas em Barueri no ano de 2025 (acumulada no ano) foi mais baixo, de +4,45%.
Para fazer uma comparação, em agosto de 2024, o valor médio do m² em Barueri foi de R$ 10.560.

Osasco
Em Osasco, a variação mensal de vendas registrou +0,71% em agosto de 2025. Em julho do mesmo ano, o valor foi menor, de +0,39%. A variação dos preços das vendas em Osasco este ano (acumulada) foi de +4,73%.
Para fazer uma comparação, em agosto do ano passado, o valor médio do m² na cidade foi de R$ 7.720.

Vendas: maiores valores em imóveis de três dormitórios
Com base em informações sobre preços de venda de imóveis residenciais em 56 cidades brasileiras, o Índice FipeZAP registrou um aumento de 0,50% em agosto deste ano, abaixo da variação de julho (+0,58%). Entre os tipos de imóveis, o incremento médio foi relativamente maior entre unidades de três dormitórios (+0,66%), enquanto as que possuíam dois dormitórios apresentaram a menor valorização mensal (+0,42%).
Em termos comparativos, o IGPM/FGV registrou avanço de 0,36%, enquanto a prévia do IPCA/IBGE (dada pelo IPCA-15) apontou um recuo de 0,14% nos preços ao consumidor. No cômputo individual, 50 das 56 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP registraram alta nos preços, incluindo 19 das 22 capitais que integram essa lista: Fortaleza (+1,31%); Maceió (+1,25%); João Pessoa (+1,20%); Aracaju (+1,15%); Belém (+1,15%); Porto Alegre (+0,91%); Salvador (+0,89%); Curitiba (+0,83%); Belo Horizonte (+0,82%); Florianópolis (+0,79%); Niterói (+0,77%); São José dos Campos (+0,98%); Vitória (+0,62%); Goiânia (+0,60%); Teresina (+0,59%); Recife (+0,68%); São Paulo (+0,43%); e Rio de Janeiro (+0,38%) e Cuiabá (+0,29%). Por outro lado, houve recuo em Campo Grande (–0,70%); Brasília (–0,62%). Já em Manaus, os preços se mantiveram estáveis.
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