No mês de junho deste ano, a locação residencial em Barueri lidera, com o m² mais caro entre 35 cidades pesquisadas. A média de preço foi de R$ 72,24 m². São Paulo aparece em 2º lugar, com o metro quadrado valendo R$ 64,98. Desenvolvido em parceria pela Fipe e pelo Grupo OLX (Zap, Viva Real e Olx), o Índice FipeZAP de Locação Residencial acompanha os preços de locação de apartamentos prontos em 36 cidades brasileiras,
com base em informações de anúncios veiculados na Internet.
A variação mensal do preço de aluguel de imóveis residenciais na cidade de Barueri foi de +0,11% em junho de 2026. Em maio do mesmo ano, foi maior, de +0,26%. Já no Brasil, a variação em junho do valor da locação de apartamentos foi de +0,81%.
O índice FipeZAP revela ainda que a variação dos preços dos aluguéis em Barueri no ano de 2026 (acumulada no ano) foi de +2,01%. A variação no País todo neste período foi superior, de +5,24%.
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Locação residencial: maior variação em imóveis de 2 dormitórios
Ainda segundo o Índice FipeZAP, entre os diferentes tipos de imóveis residenciais para locação residencial, as unidades com dois dormitórios apresentaram a alta mais expressiva no período (+1,22%), enquanto os imóveis com quatro ou mais dormitórios registraram recuo (-0,30%).
Em termos de abrangência geográfica, parcela majoritária das capitais brasileiras monitoradas pelo Índice FipeZAP de Locação exibiu alta nos preços, incluindo 16 das 22 capitais contempladas nesse rol: Natal (+2,94%); Teresina (+2,93%); Fortaleza (+2,78%); Aracaju (+1,37%); Rio de Janeiro (+1,34%); Vitória (+1,12%); Salvador (+1,06%); Curitiba (+1,00%); Belo Horizonte (+0,90%); Porto Alegre (+0,87%); Recife (+0,67%); São Luís (+0,54%); São Paulo (+0,47%); Brasília (+0,42%); João Pessoa (+0,35%); e Cuiabá (+0,16%). Por outro lado, houve queda nos preços de locação em seis capitais: Maceió (-1,59%); Goiânia (-0,93%); Campo Grande (-0,72%); Belém (-0,39%); Manaus (-0,23%); e Florianópolis (-0,18%).
No acumulado do primeiro semestre, o Índice FipeZAP de Locação Residencial apresentou alta acumulada de 5,24%, superando a inflação medida pelo IPCA/IBGE (+3,36%) e pelo IGP-M/FGV (+3,27%). Os aumentos abrangeram a maioria das localidades monitoradas pelo índice, incluindo 21 das 22 capitais analisadas.

Rentabilidade do aluguel
Com base em dados de junho de 2026, o retorno médio da locação residencial foi estimado em 6,13% ao ano, taxa inferior à rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência nos próximos 12 meses.
Em termos comparativos, a rentabilidade do aluguel foi relativamente maior entre imóveis de um dormitório (6,77% a.a.), contrastando com o menor percentual entre unidades com quatro ou mais dormitórios (4,85% a.a.). Entre as capitais, os retornos anualizados podem ser ordenados da seguinte maneira: Recife (8,56% a.a.); Cuiabá (8,29% a.a.); Belém (8,23% a.a.); Manaus (8,08% a.a.); Natal (7,55% a.a.); São Luís (7,47% a.a.); Porto Alegre (7,20%
a.a.); Salvador (6,92% a.a.); João Pessoa (6,88% a.a.); Aracaju (6,74% a.a.); Maceió (6,70% a.a.); Brasília (6,44% a.a.); São Paulo (6,43% a.a.); Rio de Janeiro (6,25% a.a.); Teresina (6,24% a.a.); Goiânia (6,04% a.a.); Campo Grande (5,68% a.a.); Florianópolis (5,43% a.a.); Belo Horizonte (5,33% a.a.); Fortaleza (4,89% a.a.); Curitiba (4,84% a.a.); e Vitória (4,12% a.a.).

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