Em agosto de 2026, Barueri registrou o maior preço médio do aluguel residencial por metro quadrado entre as cidades analisadas, com valor de R$ 71,92 por m². Desenvolvido em parceria pela Fipe e pelo Grupo OLX (Zap, Viva Real e Olx), o Índice FipeZAP de Locação Residencial acompanha os preços de locação de apartamentos prontos em 36 cidades brasileiras, com base em informações de anúncios veiculados na Internet.
Apesar e ocupar a 1ª colocação, o valor médio caiu no mês. A variação mensal do preço de aluguel de imóveis residenciais na cidade de Barueri foi de – 0,11% em agosto de 2026. Em julho do mesmo ano também ouve queda, porém, maior, de -0,33%. Já no Brasil, a variação em agosto do valor da locação de apartamentos foi de -0,22%.
O índice FipeZAP revela ainda que a variação dos preços dos aluguéis em Barueri no ano de 2026 (acumulada no ano) foi de +1,56%. A variação no País todo neste período foi superior, de +6,56%.
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Aluguel residencial: maior variação em imóveis de 4 dorms.
Entre os diferentes tipos de imóveis residenciais anunciados para locação, as unidades com quatro ou mais dormitórios apresentaram a alta mais expressiva no período (+0,72%), enquanto os imóveis com um dormitório registraram avanço comparativamente menor (+0,46%).
Em termos de abrangência geográfica, 27 das 36 cidades monitoradas exibiram aumento nos preços, incluindo 16 das 22 capitais que compõem esse rol: Vitória (+4,01%); Campo Grande (+3,85%); Natal (+2,82%); Fortaleza (+1,21%); Porto Alegre (+1,02%); Salvador (+1,01%); Rio de Janeiro (+0,99%); São Luís (+0,71%); Florianópolis (+0,57%); Belo Horizonte (+0,47%); Curitiba (+0,42%); Goiânia (+0,36%); São Paulo (+0,29%); Cuiabá (+0,27%); Teresina (+0,18%); e Recife (+0,12%). Por outro lado, houve queda nos preços de locação em seis capitais: Aracaju (-2,20%); Belém (-0,80%); Brasília (-0,79%); Maceió (-0,30%); João Pessoa (-0,17%); e Manaus (-0,15%).
O Índice FipeZAP de Locação Residencial apresentou alta acumulada de 6,56% no ano, superando a inflação medida pelo IPCA/IBGE (+3,11%) e pelo IGP-M/FGV (+1,85%).

Rentabilidade do aluguel
Com base em dados de agosto de 2026, o retorno médio do aluguel residencial foi estimado em 6,14% ao ano, taxa inferior à taxa de juros real de referência projetada para os próximos 12 meses. Em termos comparativos, a rentabilidade do aluguel foi relativamente maior entre imóveis de um dormitório (6,77% a.a.), contrastando com o menor percentual entre unidades com quatro ou mais dormitórios (4,85% a.a.).
Entre as 22 capitais, os retornos anualizados do aluguel podem ser ordenados da seguinte maneira: Recife (8,40% a.a.); Cuiabá (8,28% a.a.); Belém (8,12% a.a.); Natal (8,06% a.a.); Manaus (7,92% a.a.); São Luís (7,54% a.a.); Porto Alegre (7,35% a.a.); Salvador (7,00% a.a.); João Pessoa (6,73% a.a.); Maceió (6,62% a.a.); Aracaju (6,48% a.a.); São Paulo (6,42% a.a.); Teresina (6,32% a.a.); Rio de Janeiro (6,31% a.a.); Brasília (6,30% a.a.); Goiânia (6,00% a.a.); Campo Grande (5,98% a.a.); Florianópolis (5,39% a.a.); Belo Horizonte (5,38% a.a.); Fortaleza (4,98% a.a.); Curitiba (4,90% a.a.); e Vitória (4,27% a.a.).

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