Você pretende alugar um imóvel em Barueri? No mês de julho de 2026, a locação residencial na cidade lidera, com o m² mais caro entre 36 cidades pesquisadas. A média de preço foi de R$ 72,00 m². São Paulo aparece em 2º lugar, com o metro quadrado valendo R$ 65,18.
Mesmo liderando o ranking, Barueri registrou queda no preço do aluguel em julho. O valor médio do metro quadrado recuou em relação a junho, quando o preço chegava a R$ 72,24.
Desenvolvido em parceria pela Fipe e pelo Grupo OLX (Zap, Viva Real e Olx), o Índice FipeZAP de Locação Residencial acompanha os preços de locação de apartamentos prontos em 36 cidades brasileiras, com base em informações de anúncios veiculados na Internet.
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A variação mensal do preço de aluguel de imóveis residenciais na cidade de Barueri foi de -0,33% em julho deste ano. Em junho de 2026, foi maior, de +0,11%. Já no Brasil, a variação em julho do valor da locação de apartamentos foi de +0,70%.
O índice FipeZAP revela ainda que a variação dos preços dos aluguéis em Barueri no ano de 2026 (acumulada no ano) foi de +1,67%. A variação no País todo neste período foi superior, de +5,97%.

Locação residencial: maior alta em imóveis de 2 dormitórios
O Índice FipeZAP registrou avanço de 0,70% nos preços de locação residencial em julho de 2026, desacelerando levemente em relação ao resultado observado no mês precedente (+0,81%). Ainda assim, a variação mensal superou a inflação ao consumidor medida pelo IPCA/IBGE (+0,07%) e o comportamento mensal do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado)/FGV (-1,16%).
Entre os diferentes tipos de imóveis residenciais para locação, as unidades com dois dormitórios apresentaram a alta mais expressiva no período (+0,85%), enquanto os imóveis com quatro ou mais dormitórios registraram avanço comparativamente menor (+0,26%).
Em termos de abrangência geográfica, 27 das 36 cidades monitoradas exibiram aumento nos preços, incluindo 17 das 22 capitais contempladas nesse rol: Natal (+4,76%); Vitória (+2,66%); Teresina (+1,78%); Rio de Janeiro (+1,55%); Fortaleza (+1,40%); Salvador (+1,27%); Porto Alegre (+1,07%); Campo Grande (+1,07%); São Luís (+0,78%); Cuiabá (+0,77%); Brasília (+0,63%); Curitiba (+0,57%); São Paulo (+0,31%); Goiânia (+0,23%); Recife (+0,07%); Florianópolis (+0,03%); e Belo Horizonte (+0,02%). Por outro lado, houve queda nos preços de locação em cinco capitais: João Pessoa (-0,89%); Maceió (-0,67%); Aracaju (-0,60%); Belém (-0,59%); e Manaus (-0,09%).

Rentabilidade
Com base em dados de julho de 2026, o retorno médio do aluguel residencial foi estimado em 6,14% ao ano, taxa inferior à rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência nos próximos 12 meses.
Em termos comparativos, a rentabilidade do aluguel foi relativamente maior entre imóveis de um dormitório (6,78% a.a.), contrastando com o menor percentual entre unidades com quatro ou mais dormitórios (4,84% a.a.). Entre as capitais, os retornos anualizados podem ser ordenados da seguinte maneira: Recife (8,47% a.a.); Cuiabá (8,31% a.a.); Belém (8,18% a.a.); Manaus (7,99% a.a.); Natal (7,85% a.a.); São Luís (7,51% a.a.); Porto Alegre (7,30%
a.a.); Salvador (6,97% a.a.); João Pessoa (6,78% a.a.); Aracaju (6,67% a.a.); Maceió (6,65% a.a.); Brasília (6,45% a.a.); São Paulo (6,42% a.a.); Teresina (6,32% a.a.); Rio de Janeiro (6,29% a.a.); Goiânia (6,02% a.a.); Campo Grande (5,79% a.a.); Florianópolis (5,39% a.a.); Belo Horizonte (5,35% a.a.); Fortaleza (4,94% a.a.); Curitiba (4,86% a.a.); e Vitória (4,16% a.a.).

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