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Locação: Barueri lidera preço do m² em março de 2026

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Os contratos de aluguel são corrigidos pelo IGP-M (Divulgação/Freepik)

Barueri apresentou o aluguel residencial mais caro em março deste ano. A média de preço foi de R$ 71,65/m². Entre as cidades cobertas pelo Jornal Giro, São Paulo aparece em 2º lugar, com o metro quadrado valendo R$ 63,63. O Índice FipeZAP de Locação Residencial inclui preços de locação de apartamentos prontos em 36 cidades brasileiras.

A variação mensal do preço de aluguel de imóveis residenciais em Barueri foi de +0,36% em março de 2026. Em fevereiro do mesmo ano, foi maior, de +0,49%. Já no Brasil, a variação em março do valor da locação de apartamentos foi de +0,84%.

O índice revela ainda que a variação dos preços dos aluguéis em Barueri no ano de 2026 (acumulada no ano) foi de +1,18%. A variação no País todo neste período foi superior, de +2.45%.

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Locação: maior variação em imóveis de 3 dormitórios

Entre os tipos de imóveis, as unidades que possuíam um dormitório apresentaram uma valorização relativamente mais acentuada (+1,10%), contrastando com o incremento menos intenso entre aquelas com quatro ou mais dormitórios (+0,65%). Com respeito a outros índices, o IPCA/IBGE exibiu uma inflação ao consumidor de 0,88% e o IGP-M/FGV, um aumento de 0,52% nos preços da economia.

Individualmente, 30 as 36 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP de Locação exibiram alta mensal nos preços, incluindo 17 das 22 capitais que integram essa lista: Aracaju (+6,53%); Campo Grande (+4,64%); Manaus (+3,60%); Goiânia (+1,97%); Rio de Janeiro (+1,59%); Recife (+1,45%); Maceió (+1,35%); João Pessoa (+1,31%); Cuiabá (+0,96%); Curitiba (+0,85%); Florianópolis (+0,61%); São Paulo (+0,56%); Brasília (+0,53%); Teresina (+0,47%); Fortaleza (+0,44%); Porto Alegre (+0,38%); e Belo Horizonte (+0,35%). Por outro lado, os preços de locação recuaram em São Luís (-1,24%); Natal (-0,47%); Belém (-0,39%); Salvador (-0,37%); e Vitória (-0,12%).

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O Índice ZipeZAP de Locação Residencial inclui preços de aluguel de apartamentos prontos em 36 cidades brasileiras (Divulgação/Freepik)

Rentabilidade do aluguel

Com base em dados de março de 2026, o retorno médio do aluguel residencial foi avaliado em 6,05% ao ano, taxa que se manteve em patamar inferior à rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência nos próximos 12 meses. Em termos comparativos, a rentabilidade do aluguel foi relativamente maior entre imóveis com um dormitório (6,73% a.a.), contrastando com o menor percentual entre unidades com quatro ou mais dormitórios (4,95% a.a.).

Considerando as 22 capitais monitoradas pelo Índice FipeZAP, os maiores retornos anualizados foram identificados em: Recife (8,57% a.a.); Manaus (8,40% a.a.); Cuiabá (8,36% a.a.); Belém (8,27% a.a.); São Luís (7,61% a.a.); Natal (7,59% a.a.); Porto Alegre (7,05% a.a.); Salvador (7,05% a.a.); Maceió (6,93% a.a.); João Pessoa (6,86% a.a.); Aracaju (6,43% a.a.); São Paulo (6,32% a.a.); Brasília (6,26% a.a.); Goiânia (6,21% a.a.); Rio de Janeiro (6,10%
a.a.); Teresina (6,02% a.a.); Campo Grande (5,73% a.a.); Florianópolis (5,52% a.a.); Belo Horizonte (5,19% a.a.); Curitiba (4,74% a.a.); Fortaleza (4,60% a.a.); e Vitória (4,38% a.a.).

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