Entre os 14 municípios cobertos pelo Jornal Giro, Barueri foi o município que registrou o m² mais caro em setembro de 2026, de acordo com o Índice FipeZAP de Venda Residencial. A média de preço foi de R$ 12.254/m². Nacionalmente, a cidade ocupa a 6ª colocação.
Em 2º lugar, aparece São Paulo, com valor médio de R$ 12.206/m². Na lista geral, a localidade está na 7ª posição. Já Osasco ocupa o 3º lugar entre as cidades abordadas pelo Giro e a 21ª posição nacional, com o m² valendo, em média, R$ 8.732,00.
Os dados têm como base os preços de imóveis residenciais em 56 cidades, a partir de anúncios de apartamentos prontos anunciados na internet.
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Vendas residenciais: positivo
A variação mensal do preço de vendas de imóveis residenciais em Barueri foi de +0,40% em setembro de 2026. No mês anterior, agosto, o valor foi um pouco maior. Logo, a variação dos preços das vendas em Barueri no ano de 2026 (acumulada no ano) foi de +5,13%. A variação no Brasil todo neste período foi mais baixa, de +4,04%.
Já na cidade de São Paulo, a variação mensal do preço de vendas de imóveis residenciais foi de +0,52% em setembro deste ano. No mês anterior, o valor foi de +0,37%. Logo, a variação dos preços das vendas na capital paulista no ano de 2026 (acumulada no ano) foi de +2,60%.
Em Osasco, a variação mensal de vendas registrou +0,74% em setembro de 2026. Em agosto, o valor foi menor, de +0,33%. Logo, a variação dos preços das vendas em Osasco este ano (acumulada) foi de +5,12%.

Mais detalhes
O Índice FipeZAP registrou aumento médio de 0,58% em setembro de 2026, acima da variação apurada no mês anterior (+0,53%). Entre os tipos de imóveis analisados, a elevação apurada no último mês foi relativamente maior entre unidades com três dormitórios (+0,61%), enquanto imóveis com quatro ou mais dormitórios apresentaram a menor variação mensal (+0,42%).
Em relação a outros índices de referência, o resultado ficou abaixo da prévia da inflação ao consumidor, medida pelo IPCA-15/IBGE (+0,70%), e da variação do IGP-M/FGV (+1,57%). Individualmente, a alta abrangeu 46 das 56 cidades monitoradas, incluindo 19 das 22 capitais que compõem a cesta do índice: Fortaleza (+1,67%); Vitória (+1,63%); Recife (+1,49%); São Luís (+1,38%); Maceió (+0,87%); Aracaju (+0,84%); Cuiabá (+0,83%); Brasília (+0,81%); Rio de Janeiro (+0,76%); Teresina (+0,71%); Florianópolis (+0,56%); Goiânia (+0,53%); João Pessoa (+0,52%); São Paulo (+0,52%); Porto Alegre (+0,47%); Salvador (+0,44%); Natal (+0,40%); Curitiba (+0,29%); e Belo Horizonte (+0,18%). Em contraste, houve queda nos preços de venda em três capitais: Belém (-0,14%); Manaus (-0,31%); e Campo Grande (-1,55%).
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