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Vendas residenciais: SP tem o 6º m² mais caro em janeiro. Barueri, o 7º

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Em Osasco, a variação mensal de vendas registrou +0,54% em janeiro de 2026 (Divulgação/Freepik)

Entre os 15 municípios cobertos pelo Jornal Giro, São Paulo foi o município que registrou o m² mais caro em janeiro de 2026, de acordo com o Índice FipeZAP de Venda Residencial. A média de preço foi de R$ 11.915/m². Nacionalmente, a cidade ocupa a 6ª colocação.

Em 2º lugar, aparece Barueri, com valor médio de R$ 11.672/m². Na lista geral, a localidade está na 7ª posição. Já Osasco ocupa o 3º lugar entre as cidades abordadas pelo Giro e a 21ª posição nacional, com o m² valendo, em média, R$ 8.352,00.

Os dados têm como base os preços de imóveis residenciais em 56 cidades, a partir de anúncios de apartamentos prontos anunciados na internet.

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Os dados têm como base os preços de imóveis residenciais em 56 cidades (Divulgação Freepik)

Vendas residenciais: positivo

A variação mensal do preço de vendas de imóveis residenciais na capital paulista foi de +0,15% em janeiro de 2026. No mês anterior, dezembro, o valor foi igual. Logo, a variação dos preços das vendas em São Paulo no ano de 2026 (acumulada no ano) foi de +0,15%. A variação no Brasil todo neste período foi mais elevada, de +0,20%.

Já na cidade de Barueri, a variação mensal do preço de vendas de imóveis residenciais foi de +0,15% em janeiro deste ano. No mês anterior, o valor foi negativo, de -0,04%. Logo, a variação dos preços das vendas em Barueri no ano de 2026 (acumulada no ano) foi de +0,15%.

Em Osasco, a variação mensal de vendas registrou +0,54% em janeiro de 2026. Em dezembro do ano passado, o valor foi maior, de +0,71%. Logo, a variação dos preços das vendas em Osasco este ano (acumulada) foi de +0,54%.

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Mais detalhes

O Índice FipeZAP registrou aumento médio de 0,20% em janeiro de 2026, representando desaceleração em relação aos dois meses anteriores: novembro (+0,58%) e dezembro (+0,28%). Além disso, a variação também foi inferior ao registro de janeiro de 2025, quando os preços residenciais avançaram, em média, 0,59%.

Em um contexto histórico ampliado, o último resultado mensal representou a menor variação do Índice FipeZAP desde março de 2021 (+0,18%). Na comparação com outros índices de referência do mercado, a prévia da inflação ao consumidor de janeiro, dada pelo IPCA-15/IBGE, também apresentou uma alta de 0,20%,
enquanto o IGP-M/FGV mostrou uma elevação de 0,41% dos preços da economia brasileira. Considerando as diferentes tipologias, o maior avanço mensal ocorreu em imóveis com um dormitório (+0,46%), enquanto unidades com três dormitórios registraram a menor variação mensal (-0,16%).

Das 56 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP, 46 exibiram valorização em janeiro, incluindo 16 das 22 capitais que integram essa lista: Belém (+2,19%); Manaus (+1,07%); Salvador (+1,07%); Florianópolis (+0,82%); Brasília (+0,65%); Natal (+0,62%); Fortaleza (+0,53%); Vitória (+0,40%); Rio de Janeiro (+0,17%); Teresina (+0,17%); São Paulo (+0,15%); Goiânia (+0,14%); Aracaju (+0,10%); Campo Grande (+0,08%); Maceió (+0,04%); João Pessoa (+0,03%). Em contrapartida, houve recuos nos preços em: São Luís (-1,02%); Curitiba (-0,66%); Belo Horizonte (-0,24%); Recife (-0,23%); Cuiabá (-0,23%); e Porto Alegre (-0,12%).

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Há mais de 18 anos, o GIRO noticia os acontecimentos mais importantes nos seguintes municípios: Araçariguama, Barueri, Cajamar, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Santana de Parnaíba, São Roque e Vargem Grande Paulista. Agora, juntam-se a eles, as cidades de São Paulo e Taboão da Serra.

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