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Locação: Barueri lidera preço do m² em fevereiro de 2025

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A porcentagem em novembro foi menor em comparação ao mês anterior (Divulgação/Freepik)

Barueri apresentou o aluguel residencial mais caro em fevereiro deste ano. A média de preço foi de R$ 71,40/m². Entre as cidades cobertas pelo Jornal Giro, São Paulo aparece em 2º lugar, com o m² valendo R$ 61,91. O Índice FipeZAP de Locação Residencial inclui preços de locação de apartamentos prontos em 36 cidades brasileiras.

A variação mensal do preço de aluguel de imóveis residenciais em Barueri foi de +0,49% em fevereiro de 2025. Em janeiro do mesmo ano, foi menor, de +0,33%. Já no Brasil, a variação em janeiro do valor da locação de apartamentos foi de +0,94%.

O índice revela ainda que a variação dos preços dos aluguéis em Barueri no ano de 2026 (acumulada no ano) foi de +0,82%. A variação no País todo neste período foi superior, de +1,60%.

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O Índice ZipeZAP de Locação Residencial inclui preços de aluguel de apartamentos prontos em 36 cidades brasileiras (Divulgação/Freepik)

Locação: maior variação em imóveis de 3 dormitórios

Entre os tipos de imóveis, as unidades que possuíam dois dormitórios apresentaram uma valorização relativamente mais acentuada (+1,00%), contrastando com o incremento menos expressivo entre aquelas com quatro ou mais dormitórios (+0,72%).

Com respeito a outros índices, o IPCA/IBGE exibiu uma inflação ao consumidor de 0,70% e o IGP-M/FGV, um decréscimo de 0,73% nos preços da economia. Considerando as 36 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP de Locação, 33 apresentaram alta do aluguel, incluindo 19 das 22 capitais que integram essa lista: Manaus (+4,03%); Campo Grande (+3,23%); Aracaju (+2,87%); Vitória (+2,69%); Goiânia (+2,36%); Recife (+1,86%); Maceió (+1,68%); Natal (+1,66%); Rio de Janeiro (+1,52%); Cuiabá (+1,45%); João Pessoa (+1,32%); Brasília (+0,94%); Salvador (+0,88%); Porto Alegre (+0,73%); Florianópolis (+0,65%); São Paulo (+0,51%); Belém (+0,30%); Fortaleza (+0,26%); e Belo Horizonte (+0,21%). Em Curitiba, os preços se mantiveram estáveis, em média. Já em São Luís (-0,39%) e Teresina (-0,28%), houve queda.

Rentabilidade – a razão entre o preço médio de locação e o preço médio de venda dos imóveis é uma medida de rentabilidade – rental yield – para o investidor que opta por adquirir o imóvel com a finalidade de obter renda com o aluguel residencial. Com base em dados de fevereiro de 2026, o retorno médio do aluguel residencial foi avaliado em 6.03% ao ano, taxa que se manteve em patamar inferior à rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência nos próximos 12 meses.

Em termos comparativos, a rentabilidade projetada do aluguel foi relativamente maior entre imóveis com um dormitório (6,70% a.a.), contrastando com o menor percentual entre unidades com quatro ou mais dormitórios (4,92% a.a.). Considerando as 22 capitais monitoradas pelo Índice FipeZAP, os maiores retornos anualizados foram identificados em: Recife (8,53% a.a.); Belém (8,35% a.a.); Manaus (8,32% a.a.); Cuiabá (8,24% a.a.); São Luís (7,78% a.a.); Natal (7,70% a.a.); Salvador (7,13% a.a.); Porto Alegre (7,07% a.a.); Maceió (6,88% a.a.); João Pessoa (6,84% a.a.) e São Paulo (6,32% a.a.).

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