Venda residencial: Barueri tem o m² mais caro em junho, segundo Índice FipeZAP

Os dados de vendas têm como base os preços de imóveis residenciais em 56 cidades brasileiras
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A variação mensal do preço de vendas de imóveis residenciais em Barueri foi de +0,42% em junho (Divulgação/Magnific)

Entre os 14 municípios cobertos pelo Jornal Giro, Barueri é o que registrou o m² mais caro em junho deste ano, de acordo com o Índice FipeZAP de Venda Residencial. A média de preço foi de R$ 12.138/m². Nacionalmente, a cidade ocupa a 6ª colocação.

Em 2º lugar, aparece São Paulo, com valor médio de R$ 12.055/m². Na lista geral, a localidade está na 7ª posição. Já Osasco ocupa o 3º lugar entre as cidades abordadas pelo Giro e a 21ª posição nacional, com o m² valendo, em média, R$ 8.602,00.

Os dados têm como base os preços de imóveis residenciais em 56 cidades, a partir de anúncios de apartamentos prontos anunciados na internet.

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(Divulgação/Magnific)

Venda residencial: mais detalhes

A variação mensal do preço de vendas de imóveis residenciais em Barueri foi de +0,42% em junho deste ano. Em maio de 2026, o valor foi maior, de +0,49%. Já a variação dos preços das vendas na cidade no ano de 2026 (acumulada no ano) foi de +4,14%. A variação no Brasil todo neste período foi de +2,42%.

Já na capital paulista, a variação mensal do preço de vendas de imóveis residenciais foi de +0,08% em junho. No mês anterior, o valor foi mais alto, de +0,22%. Já a variação dos preços das vendas em São Paulo no ano de 2026 (acumulada no ano) foi de +1,33%.

Em Osasco, a variação mensal de vendas registrou +0,68% em junho de 2026. Em maio do mesmo ano, o valor foi um pouco maior, de +0,69%. A variação dos preços das vendas em Osasco este ano (acumulada) foi de +3,56%.

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Vendas: imóveis de quatro ou mais dormitórios

Entre os tipos de imóveis residenciais analisados, a elevação foi relativamente maior entre unidades com quatro ou mais dormitórios (+0,75%), enquanto unidades com três dormitórios apresentaram a menor variação mensal
(+0,25%). Em relação a outros índices de referência, o resultado ficou ligeiramente acima da prévia da inflação ao consumidor, medida pelo IPCA-15/IBGE (+0,41%), e contrastou com a queda do IGP-M/FGV (-0,50%).

Individualmente, a alta abrangeu 50 das 56 cidades monitoradas, incluindo 19 das 22 capitais contempladas:
Manaus (+2,06%); Vitória (+1,64%); Brasília (+1,25%); Aracaju (+1,14%); Teresina (+1,08%); João Pessoa (+1,06%); Salvador (+1,05%); Goiânia (+0,87%); Rio de Janeiro (+0,60%); Florianópolis (+0,58%); São Luís (+0,58%); Recife (+0,58%); Cuiabá (+0,55%); Campo Grande (+0,41%); Natal (+0,36%); Belo Horizonte (+0,17%); Belém (+0,12%); São Paulo (+0,08%); e Maceió (+0,05%). Em contraste, houve queda nos preços de venda residencial em três capitais: Porto Alegre (-0,51%); Curitiba (-0,10%); e Fortaleza (-0,08%).

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