Os candidatos a prefeito na região oeste têm enfrentado disputas cada vez mais acirradas para chegar às prefeituras. Levantamento feito pelo Giro S/A mostra que a diferença entre o vencedor e o segundo colocado de 2012 foi a menor já registrada desde 1992. [Veja ao lado].
situação pode prosseguir neste ano com o racha entre políticos em Cotia e Osasco, enquanto Barueri faz o caminho inverso. Em 2012, os vencedores tiveram 51% dos votos em média, contra 35,3% dos segundos colocados – distância de 15 pontos. Em 2008, a diferença era de 30 pontos e, em 2000, foram quase 40.
Tradicionalmente com disputas tranquilas por conta da hegemonia de Rubens Furlan (PSDB), Barueri viveu na eleição passada um pleito acirrado com o ex-prefeito lançando Carlos Zicardi (PV) contra Gil Arantes (DEM). O democrata foi eleito com 54,7%, única vez que o município teve um vencedor com menos de 60% dos votos em 24 anos. Porém, Gil desistiu da reeleição e os baruerienses ensaiam a volta da ‘calmaria’.
Já Cotia teve a eleição mais ‘tranquila’ de 2012 com Carlão Camargo (PSDB) reeleito com 50 pontos a mais do que o segundo, Toninho Kalunga (PT). No entanto, a divisão no grupo do tucano indica à volta do equilíbrio com a polarização entre Rogério Franco (PSD) e Quinzinho Pedroso (PSB).
situação pode prosseguir neste ano com o racha entre políticos em Cotia e Osasco, enquanto Barueri faz o caminho inverso. Em 2012, os vencedores tiveram 51% dos votos em média, contra 35,3% dos segundos colocados – distância de 15 pontos. Em 2008, a diferença era de 30 pontos e, em 2000, foram quase 40.
Tradicionalmente com disputas tranquilas por conta da hegemonia de Rubens Furlan (PSDB), Barueri viveu na eleição passada um pleito acirrado com o ex-prefeito lançando Carlos Zicardi (PV) contra Gil Arantes (DEM). O democrata foi eleito com 54,7%, única vez que o município teve um vencedor com menos de 60% dos votos em 24 anos. Porém, Gil desistiu da reeleição e os baruerienses ensaiam a volta da ‘calmaria’.
Já Cotia teve a eleição mais ‘tranquila’ de 2012 com Carlão Camargo (PSDB) reeleito com 50 pontos a mais do que o segundo, Toninho Kalunga (PT). No entanto, a divisão no grupo do tucano indica à volta do equilíbrio com a polarização entre Rogério Franco (PSD) e Quinzinho Pedroso (PSB).
OSASCO
Uma das únicas cidades com possibilidade de segundo turno por ter mais de 500 mil eleitores, Osasco só não teve a segunda rodada de votação em 2012 porque o deputado Celso Giglio (PSDB) teve a candidatura negada na época [neste ano ele recorre novamente e alega que o resultado será diferente]. A diferença do tucano para Jorge Lapas (PDT) foi de 2,9 pontos percentuais. Além de 2012, o ano mais equilibrado foi 2004, única vez em que o segundo turno foi realizado na cidade. Na primeira vitória de Emidio de Souza (PT) ele somou 46,6% contra 43,6% de Giglio e 52,8% a 47,5% no segundo turno







