Durante a semana do natal, dois projetos polêmicos entraram em pauta na Câmara de Osasco, mas não foram votados e devem ser avaliados este ano. A proposta de aumentar de 21 para 25 o número de cargos de vereadores e o pagamento de uma aposentadoria que ex-vereadores teriam direito. O presidente da Câmara, Jair Assaf (PROS), citou que elas entrarão em pauta novamente quando houver consenso, mas enfatizou que é preciso decidir. “Tem que ser votado, sim ou não. Não dá para lavar as mãos. Não pode ficar de quatro em quatro anos discutindo esses assuntos”, disse.
A alta no número de cargos é permitida pela Constituição pelo número de habitantes que têm em Osasco. “Não terá aumento de gastos, é 4,5% do orçamento da cidade, isso não muda”, disse Valdir Roque (PT). O petista disse que é incoerente alguns vereadores que são contra a medida, mas que são a favor de aprovar o ressarcimento aos ex-vereadores, que deveriam receber pela extinta Carteira de Previdência. “O PSDB se posicionou pela legalidade, o poder público não pode se locupletar com recurso que não pertence a eles, mas tem que ser cobrado do executivo não da Câmara”, disse André Sacco (PSDB).
Presença
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) veio a Osasco, na última semana, onde participou da oficialização do nome das instalações do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), na cidade. O local passa a se chamar Abigail Trevisan, nome dado em proposta do deputado estadual Celso Giglio (PSDB), que esteve presente ao ato.
Alerta
O prefeito de Barueri, Gil Arantes (DEM), usou a rede social para alertar sobre o descarte irregular de lixo. Ele citou vias no Parque Imperial que teriam sido limpas pela prefeitura há duas semanas. “Infelizmente, parte de nossa população continua jogando o entulho em qualquer lugar. O cidadão precisa entender que cuidar da cidade é responsabilidade de todos.
Alerta 2
Já o prefeito de Cotia, Carlão Camargo (PSDB), fez um apelo para que denúncias sobre aterros irregulares sejam feitas à prefeitura. O tucano citou que um deles foi fechado após alerta da população no número 4703-5894. “Aterro irregular é crime ambiental e deve ser denunciado”, pediu o mandatário.






