Os candidatos à Prefeitura de Santana de Parnaíba têm prometido um mandato de muitas obras para chegar ao Executivo. Levantamento do Giro S/A mostra que, ao todo, o prefeito Elvis Cezar (PSDB), o ex-mandatário Silvinho Peccioli (DEM), o vereador Agnaldo Moreno (PEN) e Nunes (PMN) apresentaram 567 promessas em seus planos registrados junto à Justiça Eleitoral. Todos afirmam que entregarão a maternidade. Em busca de sua primeira reeleição, Elvis apresentou 100 metas, e a prioridade ficou para a área de infraestrutura com obras viárias, como uma nova ponte sobre o Rio Tietê. “Queremos deixar um legado de desenvolvimento e infraestrutura capaz de colocar nossa cidade à frente de seu tempo”, cita o texto. O tucano também alega que fará um estádio municipal, oito escolas e dois centros educacionais integrados. A maternidade, obra que não foi entregue desde 2013, também está entre os compromissos. No caso de Silvinho, são 224 objetivos apontados em sua proposta de governo registrada na Justiça Eleitoral, dos quais a educação aparece com 43 metas. “Será garantido aos munícipes de Santana de Parnaíba o acesso a todos os níveis de ensino, de forma ampla e inclusiva”, afirma. O democrata promete 13 colégios em bairros da cidade. Na saúde, são 17 metas, como a construção de quatro unidades básicas, um Pronto-Socorro 24 horas em Alphaville e entrega da maternidade.
Agnaldo e Nunes
O vereador Agnaldo Moreno (PEN) tem entre suas principais promessas a tarifa zero para o transporte público em Santana de Parnaíba. É a segunda vez que o parlamentar concorre ao executivo, a primeira foi em 1996, e ele propôs 49 metas. Entre elas, está construir 1500 moradias com o orçamento da cidade, além de buscar parcerias com o governo federal para mais habitações. No caso de Nunes (PMN), foram 194 promessas e ele enfatiza que a saúde pública e o desenvolvimento econômico serão a ‘obsessão’. Nunes, contudo, coloca algumas atribuições que fogem da prefeitura – como construir um hospital regional e criar uma unidade da Universidade de São Paulo (USP), do governo do estado, na cidade. Ambos citaram colocar a maternidade em funcionamento.






