Duas cidades da região – Osasco e Parnaíba – confirmaram, nessa semana, a implantação da integração das linhas municipais, através do bilhete único.
Em Osasco, o prefeito Rogério Lins (Pode) garante que o projeto será entregue à Câmara, na sessão da próxima quinta-feira, 1º de agosto, quando serão retomados os trabalhos legislativos.
A expectativa é que a implantação do sistema aconteça em janeiro de 2020, mas ainda não será integrada com os trens da CPTM nem garante a gratuidade a pessoas com mais de 60 anos.
Lins explica que o bilhete será implantado em três fases. “Na primeira faremos a integração das linhas municipais. A segunda etapa será a gratuidade para idosos com mais de 60 e a terceira fase será a integração com os trens da CPTM”, explicou, acrescentando que a cautela é necessária pois envolve dinheiro público. “Vamos com calma para sentir se temos perna para fazer todas as etapas. Minha promessa era a integração municipal, mas vamos tentar algo mais”, completa.
Para viabilizar o bilhete único a prefeitura terá que subsidiar as empresas. “Na nossa administração não existe subsídio, mas para garantir a integração, estamos finalizando um estudo e pode chegar a um valor entre R$ 700 mil a R$ 1,2 milhões por mês.”
O prefeito de Cotia, Rogério Franco (PSD), também estuda a implantação do sistema. O chefe do executivo explica que a medida é necessária para contemplar moradores de bairros distantes. “Queremos promover a integração do transporte público tendo em vista que temos 323 quilômetros quadrados de extensão e algumas linhas chegam a percorrer 20 quilômetros. Por isso, lutamos pela integração municipal”, explica.
Já o prefeito de Santana de Parnaíba, Elvis Cezar (PSDB), anunciou através das redes sociais que a medida seráimplantada ainda no segundo semestre. A administração não divulgou detalhes sobre o projeto.
Em Barueri, o sistema foi implantado em 2005, e além da integração municipal fornece um desconto deR$ 0,95 na integração com os trens da CPTM.
Em Carapicuíba o bilhete foi implantado em 2009 e permite que em duas horas o passageiro utilize mais de uma linha. Não há integração com a CPTM.






