Partidos buscam alternativas para falta de doações de empresas

Com a proibição de empresas doarem dinheiro para as campanhas eleitorais, partidos políticos da região têm buscado alternativas​
Principais
gastos costumam envolver
materiais como santinhos

Com a proibição de empresas doarem dinheiro para as campanhas eleitorais, partidos políticos da região têm buscado alternativas para fazer caixa. No entanto, a expectativa é de uma campanha mais barata, abaixo do limite estipulado pela Justiça Eleitoral. “Vamos nos adequar, a campanha além de mais curta será extremamente econômica, não tem outra forma” avalia o coordenador regional do PSDB José Carlos Vido, que acredita que haverá redução do peso da máquina. “A dificuldade até equilibra as coisas”, diz. Um exemplo das alternativas são eventos. O ex -prefeito de Barueri, Rubens Furlan (PSDB) fez um jantar para arrecadar recurso de simpatizantes a candidatura e contabilizou R$ 280 mil para os custos deste ano. Outros partidos apostam em focar a campanha em reuniões com os moradores. “Temos falado que é preciso o espirito de ir atrás do eleitor. Você depende de doações de pessoas físicas, isso não está fácil pelo momento difícil no país”, afirma Milton Cavalo, coordenador regional do PDT. “Essa eleição para nós ela tem a nossa cara”, alegou Irineu Casemiro, coordenador regional do PT, partido que nacionalmente tem apontado ser contra as doações. “Com a restrição, hoje você não compromete o futuro governo, você consegue governar com certa independência”, conclui. PT