O fato de não terem aparecido publicamente pode ser uma estratégia para evitar que o desgaste do mandato seja transferido para os postulantes à sucessão, aponta o cientista político Roberto Gondo. “[Um prefeito] aparecer ou não aparecer, 90% das vezes não é um acidente, é um planejamento”, afirma. “Quando tem uma impopularidade da gestão dele, entra uma estratégia de política eleitoral”, explica. Ele ressalta que 2016 tem sido atípico, por conta da crise de representatividade no país, e vários gestores tem adotado a tática. PT





