Empresas da região se destacam na lista das Marcas Brasileiras Mais Valiosas de 2021

Dos 25 nomes listados no ranking, o banco Bradesco, sediado em Osasco, e a fabricante de cosméticos Natura, instalada em Cajamar, ficaram entre as cinco primeiras
Com sede em Osasco, Bradesco ocupa a 2ª posição, com valor de R$ 27,5 bilhões (Uelson Henkell/Giro S/A)

A Interbrand, consultoria global de marcas, divulgou a lista com as Marcas Brasileiras Mais Valiosas de 2021. Da região metropolitana oeste do estado de São Paulo, duas companhias destacaram-se: o Bradesco (2ª posição), com R$ 27,5 bilhões e sede em Osasco; e a Natura (5ª posiçãocom R$ 10,2 bilhões, instalada em Cajamar.

Com escritório e centro de distribuição na região, a Americanas ficou em décimo lugar, com R$ 1,7 bilhões. A Cielo ocupa o 15o lugar, com R$ 1 bilhão. A marca Casas Bahia, comandada pela Via Varejo, com escritório em Barueri, ficou na 19ª posição, com R$ 706 milhões.

Itaú continua na liderança, com valor estimado em R$ 40,5 bilhões, seguido pelo Bradesco, como foi citado; Skol, com R$ 18,8 bilhões; Brahma, com R$ 12,7 bilhões e, em quinto lugar, a Natura, que também foi ressaltada. 

Duas novas marcas entraram no ranking 2021: Claro, que ocupa a 14ª posição, com valor de marca estimado em R$ 1 bilhão, e Hering, no 25o lugar (R$ 520 milhões). Quando somadas, as 25 marcas que compõe o ranking ultrapassam o valor de R$ 144 bilhões. Isso representa aumento de 7% na comparação com a edição anterior.

O estudo revelou ainda que o crescimento médio do valor das marcas no ranking em 2021 foi de 9%, demonstrando rápida recuperação em relação aos efeitos causados pela pandemia da covid-19 no Brasil. Cinco dessas marcas apresentaram crescimento percentual em dois dígitos: Magalu (66%), Lojas Americanas (25%), Havaianas (16%), Assaí (13%) e Renner (12%).

Pele terceiro ano consecutivo, o varejo foi o segmento que apresentou maior crescimento, dobrando a representatividade na tabela desde 2019. 

Confira a lista das Marcas Brasileiras Mais Valiosas de 2021:

  1. Itaú – R$ 40,5 bilhões
  2. Bradesco – R$ 27,5 bilhões
  3. Skol – R$ 18,8 bilhões
  4. Brahma – R$ 12,7 bilhões
  5. Natura – R$ 10,2 bilhões
  6. Banco do Brasil – R$ 9,8 bilhões
  7. Petrobras – R$ 3,2 bilhões
  8. Magalu – R$ 2,9 bilhões
  9. Vivo – R$ 2,8 bilhões
  10. Lojas Americanas – R$ 1,7 bilhões
  11. XP Investimentos – R$ 1,7 bilhões
  12. Renner – R$ 1,7 bilhões
  13. Ipiranga – R$ 1,6 bilhões
  14. Claro – R$ 1 bilhão
  15. Cielo – R$ 1 bilhão
  16. Drogasil – R$ 1 bilhão
  17. Porto Seguro – R$ 883 milhões
  18. Havaianas – R$ 860 milhões
  19. Casas Bahia – R$ 706 milhões
  20. Assaí – R$ 654 milhões
  21. Atacadão – R$ 608 milhões
  22. PagSeguro – R$ 570 milhões
  23. SulAmérica – R$ 564 milhões
  24. Localiza – R$ 551 milhões
  25. Hering – R$ 520 milhões