Disputa pela Câmara tem estreantes contra vereadores recordistas

Pela região oeste há parlamentares que já contam com até sete mandatos nas Casas e buscam mais um mandato​
Tarzan e Assaf } Parlamentares começaram nos anos 1970

De um lado, candidatos que fazem sua primeira participação na eleição da região oeste. Do outro, vereadores que se notabilizaram pelo recorde de mandatos nas Câmaras. O cenário tem sido visto​ em várias cidades, onde a renovação tem sido difícil diante de quadros que persistem em concorrer.
Em Barueri, o vereador Tarzan (PMDB) tenta seu​ oitavo mandato e foi eleito pela primeira vez em 1972, ficando fora em três oportunidades, enquanto José de Melo (PRB) busca a oitava vitória consecutiva. Em Itapevi, Luciano Bolor (PSD) tenta vencer pela sexta vez.
Outro recordista é Jair Assaf (PROS), presidente da Câmara de Osasco. O parlamentar tem seis mandatos na Casa e ainda teve o pai e o irmão como vereadores. A primeira vez que foi eleito​ foi em 1977. Toniolo (PC do B) busca o sétimo mandato consecutivo e Mário Luis Guide (PSB), quer alcançar o oitavo.
Na cidade de Santana de Parnaíba, o mais antigo vereador deixou o cargo para se lançar a prefeito, Agnaldo Moreno (PEN), e Nequinho Dessanti (PMDB), com seis mandatos, não disputa a reeleição. Guilherme Correia (PEN) e Régis Salles (PMDB) buscam o quinto mandato.​

Bastidores

Motivos
Na teoria, o voto em branco representa que o eleitor não se importa com quem vencer e o voto nulo mostra que o morador está insatisfeito com todos os candidatos apresentados.

Votos
“É importante que o eleitor tenha uma consciência em três momentos, antes da eleição para formar a escolha, no momento do voto e o depois, na hora de cobrar. O “só vou cobrar e não votar”, fica meio manco. É legítimo, mas fica mais difícil de cobrar de forma efetiva depois”, avalia o cientia político Leandro Consentino.

Mito
O voto em branco não contribui com nenhum dos candidatos. A confusão ocorre porque havia uma regra nesse sentido que foi mudada desde 1998. Os votos brancos têm o mesmo efeito dos votos anulados – eles são desconsiderados na contagem de quem vencerá a eleição.

Mito 2
Também é mito a história de que se 50% dos eleitores anularem o voto, é convocada uma nova eleição. O que ocorre é que se algum problema ocorrer e a Justiça Eleitoral ter de anular os votos (como um problema técnico), neste caso um novo pleito é chamado.