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Venda residencial: Barueri continua ocupando a 1ª posição na Região Oeste

Entre os municípios localizados na Região Metropolitana Oeste de SP cobertos pelo Jornal Giro, Barueri foi o município que registrou o m² mais caro em março de 2026, de acordo com o Índice FipeZAP de Venda Residencial. A média de preço foi de R$ 11.875/m². Nacionalmente, a cidade ocupa a 7ª colocação.

Outra cidade de destaque do Estado de São Paulo foi a capital paulista,11.995/m². Na lista geral, a localidade está na 6ª posição.

Osasco também aparece na lista, ocupando o 3º lugar entre as cidades abordadas pelo Jornal Giro e a 21ª posição nacional, com o m² valendo, em média, R$ 8.429,00.

Os dados têm como base os preços de imóveis residenciais em 56 cidades, a partir de anúncios de apartamentos prontos anunciados na internet.

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Vendas residenciais: positivo

A variação mensal do preço de vendas de imóveis residenciais em Barueri foi de +0,88% em março de 2026. No mês anterior, fevereiro, o valor foi um pouco menor, de +0,85%. Logo, a variação dos preços das vendas na cidade no ano de 2026 (acumulada no ano) foi de +1,88%. A variação no Brasil todo neste período foi inferior, de +1,01%.

Já em Osasco, a variação mensal do preço de vendas de imóveis residenciais foi de +0,46% em março deste ano. No mês anterior, o valor foi um pouco superior, de +0,47%. Logo, a variação dos preços das vendas no município no ano de 2026 (acumulada no ano) foi de +1,48%, também superior ao País.

Na capital paulista, a variação mensal de vendas registrou +0,42% em março de 2026. Em fevereiro do mesmo ano, o valor foi menor, de +0,25%. Logo, a variação dos preços das vendas em São Paulo este ano (acumulada) foi de +0,83%, abaixo do índice médio brasileiro.

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Unidades com um dormitório se destacaram no Índice Fipe/Zap de março de 2026 (Divulgação/Freepik)

Mais detalhes

O Índice FipeZAP registrou crescimento médio de 0,48% em março deste ano, superando os resultados dos três meses anteriores: dezembro (+0,28%), janeiro (+0,20%) e fevereiro (+0,32%). Entre os tipos de imóveis residenciais, a elevação foi relativamente maior entre unidades com um dormitório (+0,65%), ao passo que aquelas com quatro ou mais dormitórios registraram a menor variação mensal (+0,20%).

Com respeito a outros índices de referência do mercado, o IGP-M/FGV exibiu um avanço de 0,52%, enquanto a prévia do IPCA/IBGE de março, dada pelo IPCA-15, registrou aumento médio de 0,44% nos preços ao consumidor. Individualmente, a alta abrangeu todas as 56 cidades monitoradas, incluindo as 22 capitais que integram essa lista: Fortaleza (+1,33%); Vitória (+1,21%); Natal (+1,17%); Aracaju (+1,14%); Manaus (+1,11%); Campo Grande (+0,95%); São Luís (+0,94%); Recife (+0,84%); Florianópolis (+0,73%); Maceió (+0,72%); Teresina (+0,66%); Porto Alegre (+0,62%); Cuiabá (+0,59%); João Pessoa (+0,58%); Salvador (+0,55%); Goiânia (+0,50%); Belém (+0,47%); Curitiba (+0,45%); São Paulo (+0,42%); Rio de Janeiro (+0,33%); Brasília (+0,25%); e Belo Horizonte (+0,25%).

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Há mais de 18 anos, o GIRO noticia os acontecimentos mais importantes nos seguintes municípios: Araçariguama, Barueri, Cajamar, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Santana de Parnaíba, São Roque e Vargem Grande Paulista. Agora, juntam-se a eles, as cidades de São Paulo e Taboão da Serra.

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