Segundo Índice FipeZap, os preços de salas e conjuntos comerciais desaceleraram no mês em dez cidades analisadas. Saiba mais
De dez cidades brasileiras, a capital paulista foi a que registrou os maiores valores médios para venda – R$ 10.290/m² – no mês de maio, segundo o Índice ZipeZap. No quesito locação, São Paulo também ocupa o 1º lugar, com o m² valendo R$ 56,43.
Em 2º lugar, aparece a capital catarinense, Florianópolis, com valor médio de R$ 8.798/m². Os dados têm como base os preços de salas e conjuntos comerciais de até 200 m², analisados em anúncios da Internet.
Analisando maio no geral, os preços de salas e conjuntos comerciais desaceleraram no mês, considerando as alta de 0,18%, nos preços de venda, e de 0,62%, nos preços de locação do segmento: ambas inferiores às registradas em abril (+0,23% e +1,08%, respectivamente). Comparativamente, o IPCA/IBGE apurou uma inflação mensal ao consumidor de 0,26%, enquanto o IGP-M/FGV indicou uma deflação de 0,49% nos preços da economia brasileira.
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Imóveis comerciais: vendas
A variação mensal do preço de vendas de imóveis comerciais na capital paulista foi de +0,33% em maio deste ano. Em abril de 2025, o valor foi de +0,26%. Já a variação dos preços das vendas em São Paulo no ano de 2025 (acumulada no ano) foi de +1,38%. A variação no Brasil todo de janeiro a maio foi menor, de 1,37%.

Locação e maio
A variação mensal do preço de locação de imóveis comerciais na capital paulista foi de +0,67% em maio deste ano. Em abril de 2025, o valor foi de +0,86%. Já a variação dos preços das locações em São Paulo no ano de 2025 (acumulada no ano) foi de +3,52%. A variação no Brasil todo de janeiro a maio foi maior, de 3,76%.
Comparando-se as dez localidades em que os preços de imóveis comerciais são acompanhados pelo Índice FipeZAP, as
taxas de retorno do aluguel comercial, ordenadas da maior à menor, se distribuíram da seguinte forma: Salvador (10,05% a.a.); Campinas (8,34% a.a.); Brasília (7,05% a.a.); São Paulo(6,86% a.a.); Niterói (6,59% a.a.); Rio de Janeiro (6,55% a.a.); Porto Alegre (6,49% a.a.); Florianópolis (6,39% a.a.); Belo Horizonte (6,28% a.a.); e Curitiba (5,79% a.a.).

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