Sindicato acusa instituto e empresa de não pagarem médicos em Osasco

Foto: Divulgação

O Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) acusa a empresa terceirizada para contratar médicos da Maternidade Amador Aguiar, da Atenção Primária à Saúde (APS) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Osasco, Pires & Vanci Serviços de não pagar os salários de médicos.

O Instituto Social Saúde Resgate à Vida (ISSRV), que administra o Hospital Municipal Antônio Giglio e três Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) em Osasco, apresenta falhas nos pagamentos de profissionais da saúde.

Em Osasco, o único vereador de oposição, Tinha Di Ferreira (PTB), denuncia que o ISSRV está atrasando os pagamentos. “Os funcionários administrativos, enfermeiros e profissionais da Organização Social de Saúde (OSS) estão recebendo pagamentos em três vezes”, diz Tinha.

Quanto à terceirizada Pires & Vanci, o Simesp informa que a empresa paga os profissionais apenas 45 dias após o término do mês e mesmo assim ainda atrasa. O prazo para realizar o repasse da folha do mês de agosto seria até dia 15 deoutubro e nem sequer foi pago o salário do mês de julho.

De acordo com o presidente do Simesp, Eder Gatti, essa atitude é um total descaso com os cidadãos. “Enquanto o prefeito da cidade, Rogério Lins, engana a população, pacientes estão sofrendo com a desassistência. Nós recebemos denúncias desses três serviços, mas não sabemos se outros também estão sendo prejudicados,” informou.

Todos os envolvidos foram procurados e até o fechamento desta edição, mas não se manifestaram.