Os prefeitos encerram nesta sexta-feira (30) os primeiros seis meses de gestão e, após um semestre com o argumento de que precisavam por a ‘casa em ordem’, a cobrança por melhores resultados e a entrega de obras começará a aumentar.
“O planejamento foi agora, o segundo semestre será de ações”, afirmou o prefeito de Cotia, Rogério Franco (PSD). Ele citou os impasses relacionados à burocracia, mas afirmou que todas as licitações já foram feitas. Além disso, culpou a crise econômica.
“Era esperado um primeiro semestre de dificuldades, por conta da recessão que o país vem vivendo e a crise política do Brasil. Mas conseguimos fechar a maioria das licitações, que é um período muito burocrático, todas as cidades estão passando por essa dificuldade”, ressaltou.
Em Osasco, o prefeito Rogério Lins (Pode) admitiu que o resultado ficou abaixo do que esperava. “Óbvio que a gente queria ter feito um pouco mais, principalmente na saúde, com relação aos medicamentos, contratação de mais profissionais”, comentou, mas também ressaltou a esperança para os últimos meses do ano.
“Não tenho dúvida [que vai avançar] conseguimos ajustar e reduzir muitas coisas que eram supérfluas na administração e no segundo semestre vamos mostrar a cara e o ritmo do nosso governo e atender melhor as expectativas da população”.
O prefeito de Carapicuíba, Marcos Neves (PV), disse que a principal questão foi a ‘surpresa’ com a dívida de R$ 250 milhões com o INSS, que será parcelada.
Está 80% do que eu esperava, diz Elvis
Quem adotou um tom distinto foi o prefeito de Santana de Parnaíba, Elvis Cezar (PSDB). O tucano afirmou que 80% do que era esperado foi atingido. “Agora, vamos correr mais para bater nos 100%”. Ele citou uma série de licitações que já estão em andamento e obras como unidades de saúde, a Arena de Eventos e um ginásio de esportes para 2,5 mil pessoas. “A prefeitura está numa melhor em fase de execução, mas temos que cobrar mais”, concluiu






