Os prefeitos que assumiram a gestão em 2017 tem mostrado, no geral, menos dependência dos vereadores para governar. Em quatro meses, os prefeitos de Barueri, Cotia, Itapevi, Osasco, Santana de Parnaíba, Carapicuíba e Jandira enviaram 57 projetos de lei e de lei complementar, pouco mais da metade do começo da gestão dos ex-prefeitos, quando foram 111.
A produção mostra pouca necessidade de alterar a legislação em vigor e uma redução na necessidade de brigar por apoios no legislativo, apesar de todos terem amplas maiorias.
A maior redução ocorreu em Barueri, onde o prefeito Rubens Furlan (PSDB) encaminhou 17 propostas para serem analisadas, enquanto o ex-prefeito Gil Arantes (DEM) começou com o envio de 58 textos. Entre as propostas do tucano estão a reformulação da concessão da cesta básica e regras no funcionalismo.
Em Cotia, o prefeito Rogério Franco (PSD) teve cinco propostas votadas na Câmara, ante 11 do ex -mandatário Carlão Camargo (PSDB), como buscar resolver o déficit da previdência do município. Os números foram os mesmos em Santana de Parnaíba, na comparação do atual mandato de Elvis Cezar (PSDB) com o início de 2013.
Exceção
A única exceção é Osasco, onde Rogério Lins (PTN) já encaminhou para a Câmara Municipal 13 propostas, entre eles alguns temas polêmicos como o fim da CMTO, uma reforma administrativa e a regulamentação do Uber. O ex-prefeito Jorge Lapas (PDT) teve apenas quatro projetos de lei enviados entre janeiro e abril de 2013.






