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Políticos da região lamentam clima de violência que antecede às eleições 2022

Integrantes de diversos partidos falaram sobre a morte do petista em Foz de Iguaçu e pedem respeito à democracia e o fim do clima de ódio na política
Lideranças políticas da região oeste: Danilo Joan, prefeito de Cajamar; Emidio de Souza, deputado estadual; Alexandre Frota, deputado federal e Emerson Osasco, vereador (Divulgação/Reprodução Redes Sociais)

Políticos da região oeste da Grande SP usaram as redes sociais para lamentar o assassinato do tesoureiro do Partido dos Trabalhadores e guarda municipal Marcelo Aloizio de Arruda. O petista foi baleado durante a festa de aniversário em Foz do Iguaçu, no Paraná, pelo policial Penal Federal Jorge da Rocha Guaranho, que invadiu o local gritando “Aqui é Bolsonaro!”.O caso que chocou o País ocorreu no sábado (9).

O prefeito de Cajamar, Danilo Joan (PSD) repudiou o ato de violência e afirmou que o Brasil precisa de paz. “Ódio e intolerância nunca ajudaram na construção de problemas que enfrentamos. Diálogo e respeito sim. Assistimos uma tragédia onde vidas foram perdidas por culpa do extremismo e da ignorância. Devemos repudiar essa postura e os que a praticam. O Brasil precisa de paz”, pediu o gestor municipal.

O deputado estadual, Emidio de Souza (PT), também lamentou o ocorrido com o militante do partido em Foz de Iguaçu. “Infelizmente o clima de ódio, intolerância e de violência política incitado por Bolsonaro levou um querido companheiro. Marcelo foi morto por um bolsonarista no dia que celebrava os seus 50 anos. A incitação ao ódio fez um sujeito usar uma arma para destruir uma família. Muito triste”, destacou o parlamentar.

Outro parlamentar que também criticou os atos de violência foi o deputado federal Alexandre Frota (PSDB). “Fica aqui meu repúdio, a essa intolerância e ao que esse extremista fez, matou um pai de família por causa de política. Meus sentimentos a família do Marcelo”, comentou Frota em vídeo publicado nas redes sociais.

Já o vereador Emerson Osasco (Rede) destacou o trauma que atinge, a partir de agora, a família do guarda e tesoureiro morto. “Marcelo Arruda foi assassinado por um bolsonarista enquanto comemorava seu dia, por ser líder do PT. Esse crime vai gerar traumas em toda a vida para toda a sua família, principalmente para suas duas filhas caçulas”, disse.