Ferramenta vai permitir que policiais bloqueiem e acessem localização do aparelho celular em tempo real; saiba mais detalhes sobre a parceria
Para coibir furtos e roubos de celulares, a Polícia Militar de São Paulo (PMESP) firmou uma parceria com a Google. A medida foi anunciada nesta terça-feira (10), durante um evento para desenvolvedores, em São Paulo.
A funcionalidade passa a funcionar nos Terminais Portáteis de Dados (TPD) dos policiais, permitirá que nos atendimentos de ocorrências, os agentes possam fazer o bloqueio remotamente de um aparelho subtraído, de acordo com a Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação da PM.
A funcionalidade só será acionada a pedido da vítima, que deverá disponibilizar as informações para a ativação do serviço. Por meio disso, segundo o Governo do Estado de São Paulo, será uma forma de se aprimorar o combate a esse tipo de crime.
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Medida de apoio imediato à vítima não substitui a necessidade de se registrar o Boletim de Ocorrência (Rovena Rosa/Agência Brasil)
Além de bloquear o aparelho, durante o atendimento da ocorrência os policiais podem auxiliar a vítima a identificar a localização em tempo real, tocar um som para facilitar sua identificação ou, em último caso, apagar todos os dados. Todas as ações devem ser documentadas pelo agente.
“A segurança pública em São Paulo está avançando com tecnologia, integração e respeito ao cidadão. Essa parceria da PM com o Google é mais uma ferramenta importante para coibir o crime de roubo de celulares e proteger a população”, destacou o governador Tarcísio de Freitas.
Ainda conforme o Governo do Estado de São Paulo, a novidade, que funcionará por meio do Google Localizador, será incorporada nos TPDs dos policiais, que iniciam o período de instrução nesta semana.
O serviço poderá ser ativado para celulares com sistema operacional Android, que representa mais de 80% dos aparelhos.
A Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação esclarece ainda que o uso do TPD é uma medida de apoio imediato à vítima e não substitui a necessidade de se registrar o Boletim de Ocorrência, informando o IMEI do aparelho, nem a investigação policial.
Neste ano, 24,7 mil aparelhos foram roubados na cidade de São Paulo. A quantidade é 12,9% menor na comparação entre janeiro e abril do ano passado.
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