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Motoboys prometem greve para 31 de março e 1º de abril

Segundo a categoria dos motoboys, a greve busca garantir 4 principais reivindicações. Entre elas, a de uma taxa mínima de R$ 10 por entrega; saiba mais
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A mobilização já conta com a adesão de 20 estados (Rovena Rosa/Agência Brasil)

Segundo a categoria dos motoboys, a greve busca garantir quatro principais reivindicações. Entre elas, a de uma taxa mínima de R$ 10 por entrega; saiba mais

Na busca por melhores condições de trabalho e salários, motoboys e entregadores de delivery, de empresas como iFood, Uber Flash e 99 Entrega realizarão uma greve nacional no serviço de entrega. O movimento ocorrerá entre os dias 31 de março e 1º de abril.

Segundo a categoria, a greve busca garantir quatro principais reivindicações. São elas, o estabelecimento de uma taxa mínima de R$ 10 por entrega, o aumento do valor pago por quilômetro rodado de R$ 1,50 para R$ 2,50, a limitação do raio de atuação das bicicletas a três quilômetros e a remuneração integral de cada pedido quando múltiplas entregas são agrupadas em uma mesma rota.

“A mobilização já conta com a adesão de 20 estados, e tem como objetivo exigir condições justas de trabalho e remuneração digna”, afirma o movimento Breque Nacional dos Apps, que organiza a ação.

Paralização dos Motoboys: confira mais informações

Ainda segundo os organizadores, as pautas da greve são tidas como essenciais para os motoboys e entregadores brasileiros, para que estes não continuem sendo explorados pelas plataformas.

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“Sem reajustes justos, seguimos rodando sem ganhos compatíveis com o custo de vida, arcando sozinhos com a gasolina, manutenção da moto ou bicicleta, e enfrentando riscos diários sem qualquer respaldo das empresas. A paralisação nacional é uma resposta coletiva dos trabalhadores ao modelo de precarização imposto pelos aplicativos. Nosso trampo vale mais”, reitera o movimento Breque Nacional dos Apps.

Confira as reivindicações solicitadas pelos motoboys

Movimento vem sendo realizado pelas redes sociais (Rovena Rovena Rosa/Marcello Casal Jr./Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

  • Reajuste da taxa mínima: de R$ 6,50 para R$ 10,00 por entrega;
  • Aumento do valor por quilômetro: de R$ 1,50 para R$ 2,50, garantindo que o custo do deslocamento seja coberto de forma justa;
  • Limitação das rotas de bicicleta: máximo de 3 km por pedido, respeitando os limites físicos dos ciclistas;
  • Pagamento de taxa integral por entrega: exigimos que cada entrega seja paga integralmente, sem cortes arbitrários quando há múltiplos pedidos no mesmo trajeto.

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