A ex-secretária de Osasco, Mônica Veloso (PDT) negou, em entrevista ao Giro S/A, que tenha recebido um convite do prefeito, Rogério Lins (Pode) para compor o primeiro escalão do governo municipal. Mônica foi secretária de Emprego, Trabalho e Renda na gestão do ex-prefeito Jorge Lapas (PDT).
O suposto convite de Lins seria para que Mônica voltasse a comandar a secretaria de Emprego, Trabalho e Renda, hoje comandada por Elsa Oliveira (Pode). “Não houve convite para mim ou para o meu partido compor o governo”, explica dizendo que não pensa em fazer parte do governo. “Nessa altura do campeonato, não penso em fazer parte do atual governo. Além disso, depois do resultado da eleição, tomamos a decisão de permanecer fazendo uma oposição responsável”, garante.
Mônica afirmou que a gestão Lins não chegou perto da renovação proposta na eleição de 2016. “Algumas das ações do governo municipal não acrescentam na geração de emprego e nem na eficiência da renovação prometida na época da campanha”, afirma ressaltando que a gestão é frágil. “Acho que é hora da cidade rever e fazer uma avaliação da gestão e dos seus secretários. Foi um governo que trocou muitos secretários e essa troca remete a fragilidade de continuidade de projeto e de gestão”, completa.
A ex-secretária afirma que o PDT deve lançar nome próprio para a disputa deste ano. “O PDT não tem interesse de compor esse governo, então, a gente se mantém, junto com a vereadora Dra. Régia, como oposição. Além disso, pretendemos lançar candidatura própria nessa eleição”, enfatiza.
Questionada sobre o possível impedimento do ex-prefeito Jorge Lapas, que teve contas rejeitadas na Câmara, de fazer parte da disputa, Mônica Veloso garante que o partido tem buscado formas de solucionar a questão.
“O Jorge Lapas tem toda a legitimidade de construir uma candidatura, além da competência de disputar ao cargo. Sabemos do impedimento e se isso o prejudicar, mas impede o partido de continuar o projeto que estamos construindo. É claro que estamos conversando com as pessoas, mas com uma meta de ter candidatura própria. Até março ainda tem muita coisa para acontecer”, garante.
Sobre possíveis composições partidárias, Mônica esclarece que existe um acordo cordial, em nível Nacional, com Rede, PV, PSB, “Existe um acordo cordial onde levando em consideração as condições de cada cidade é possível fazer um alinhamento com essas legendas. Mas, nosso objetivo é sair com candidatura própria e não pretendemos ser vice de ninguém, mas é claro que estamos conversando com várias legendas, entre elas, o Partido dos Trabalhadores, mas, não existe nada fechado ainda”, finaliza.






