Congresso manteve coligações
Em comum, as duas cidades teriam apenas metade dos partidos se a regra das coligações tivesse acabado.
Apenas 55% dos partidos nas oito cidades do Consórcio Intermunicipal da Região (Cioeste) conseguiram votos suficientes para eleger um vereador, o chamado coeficiente eleitoral. Outros 45% elegeram parlamentares porque se uniram em coligações para somar os votos.
Para definir quantas cadeiras cada partido ou coligação terá, os votos válidos são divididos pelo número de vagas. Em quatro cidades, metade das siglas elegeram nomes sem chegar à quantidade.
O fim das coligações foi debatido na reforma política, porém, o Congresso acabou enterrando a medida.
Abaixo do número
Na região, quatro partidos não fizeram número suficiente de votos em nenhuma das oito cidades e, mesmo assim, conquistaram uma cadeira. Um deles é o PT que elegeu apenas duas vereadoras na região oeste, graças à soma com outras siglas. Também conseguiram o PRTB e o PEN, em Santana de Parnaíba, e o PT do B, em Osasco.
Coligações
Para conseguir fazer o cálculo em busca de mais vereadores, os partidos deixam de lado a questão ideológica e atuam com a calculadora para definir os candidatos. Um exemplo está em Barueri, onde o PSDB se coligou com o PC do B, partido nacionalmente próximo ao PT.
Coligações 2
Apenas um candidato foi lançado pelo partido comunista – Fabião, um dos mais votados. Com isso, a chapa o elegeu e mais três tucanos: Toninho Furlan, Allan Miranda e Sergio Baganha. Sozinho, Fabião teria ficado de fora.
Contramão
Itapevi foi a cidade que menos te ve o efeito das coligações. Dez partidos fizer am vereadores e destes, oito alcançaram o coeficiente eleitoral: PTN, PSB, PSL, PSDC, PTB, PSD, PSDB e PV. Só o PRB e o PR entraram sem atingir os 6,1 mil votos.







