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Mercado imobiliário: SP tem o 6º m² mais caro; Barueri vem logo atrás

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Unidades com um dormitório se destacaram no Índice Fipe/Zap de novembro (Divulgação/Freepik)

Entre os municípios cobertos pelo Jornal Giro, São Paulo foi o município que registrou o m² mais caro em setembro deste ano, segundo o Índice FipeZAP de Venda Residencial. A média de preço dos imóveis foi de R$ 11.780/m². Nacionalmente, a cidade ocupa a 6ª colocação.

Em 2º lugar, aparece Barueri, com valor médio de R$ 11.687/m². Na lista geral, a localidade está na 7ª posição. Já Osasco ocupa o 3º lugar entre as cidades abordadas pelo Giro e a 20º posição nacional, com o m² valendo, em média, R$ 8.197,00.

Os dados têm como base os preços de imóveis residenciais em 56 cidades, a partir de anúncios de apartamentos prontos anunciados na internet.

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Imóveis mais caros: detalhes

A variação mensal do preço de vendas de imóveis residenciais na capital paulista foi de +0,51% em setembro de 2025. Em agosto deste ano, o valor foi de +0,43%. Já a variação dos preços das vendas em São Paulo no ano de 2025 (acumulada no ano) foi de +3,51%. A variação no Brasil todo neste período foi de +5,04%.

Já na cidade de Barueri, a variação mensal do preço de vendas de imóveis residenciais foi de +0,56% em setembro. No mês anterior, agosto, o valor foi maior, de +1,22%. Já a variação dos preços das vendas em Barueri no ano de 2025 (acumulada no ano) foi de +7,26%.

Em Osasco, a variação mensal de vendas registrou +0,62% em setembro de 2025. Em agosto do mesmo ano, o valor foi maior, de +0,72%. A variação dos preços das vendas em Osasco este ano (acumulada) foi de +5,38%.

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(Divulgação/Freepik)

Vendas: maiores valores em apartamentos de um dormitório

A partir de informações da amostra de anúncios de imóveis residenciais (apartamentos prontos) para venda em setembro de
2025, o preço médio apurado no âmbito do Índice FipeZAP foi de R$ 9.477/m². Unidades com um dormitório se destacaram pelo preço médio de venda relativamente mais elevado na amostra mensal (R$ 11.408/m²), contrastando com o menor valor entre imóveis que possuíam dois dormitórios (R$ 8.526/m²).

Entre as 22 capitais monitoradas, Vitória (ES) apresentou o valor médio mais elevado da amostra (R$ 14.122/m²), seguida por: Florianópolis (R$ 12.577/m²); São Paulo (R$ 11.780/m²); Curitiba (R$ 11.513/m²); Rio de Janeiro (R$ 10.704/m²); Belo Horizonte (R$ 10.456/m²); Maceió (R$ 9.746/m²); Brasília (R$ 9.482/m²); Fortaleza (R$ 8.735/m²); São Luís (R$ 8.423/m²); Recife (R$ 8.404/m²); Belém (R$ 8.164/m²); Goiânia (R$ 8.003/m²); João Pessoa (R$ 7.792/m²); Salvador (R$ 7.781/m²); Porto Alegre (R$ 7.477/m²); Manaus (R$ 7.079/m²); Cuiabá (R$ 6.737/m²); Campo Grande (R$ 6.427/m²); Natal (R$ 5.996/m²); Teresina (R$ 5.723/m²); e Aracaju (R$ 5.253/m²).

Jornalismo regional de qualidade
Há mais de 16 anos, o GIRO noticia os acontecimentos mais importantes nos seguintes municípios: Araçariguama, Barueri, Cajamar, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Santana de Parnaíba, São Roque e Vargem Grande Paulista. Agora, juntam-se a eles, as cidades de Jundiaí e Taboão da Serra.

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