Medicina alternativa nas cidades se limita à prática de acupuntura

Serviço é ofertado em Itapevi, Osasco e Parnaíba. O paciente precisa ser encaminhado por médico do município​
Técnica com agulhas é indicada para redução de dores

Em oito anos, o número de atendimentos voltados às terapias alternativas e complementares no SUS cresceu 670%, passando de 271 mil, em 2008, para 2,1 milhões em 2016, segundo o Ministério da Saúde. Entram na lista práticas como homeopatia, acupuntura, fitoterapia (tratamento com base em plantas medicinais), entre outras. Tais serviços, são ofertados hoje em só 30% dos 5.570 municípios do país. Na região, se limita basicamente à acupuntura.

Em Santana de Parnaíba, há o tratamento com médicos e fisioterapeutas. São cerca de 100 vagas, no total, por dia. O atendimento acontece nas Unidades de Saúde Avançada [Fazendinha, Parque Santana, São Pedro e Alphaville].

De acordo com o secretário de Saúde, José Carlos Misorelli, há estudo para realizar um concurso público para abrir outros atendimentos, como Tai Chi Chuan, mas sem previsão.

Itapevi oferece acupuntura na UBS Cardoso e no Centro de Reabilitação. São em média 25 vagas mensais para consultas, com retorno dependendo da complexidade do procedimento. “No momento, 131 pacientes aguardam atendimento de acupuntura”.

A Prefeitura de Osasco informou que o atendimento alternativo é realizado na Policlínica Norte e, no momento, o tratamento de acupuntura está “sendo readequado para o segundo semestre”, mas sem detalhes.

Em todas, os pacientes precisam de encaminhamento médico municipal. Cotia não conta com terapias alternativas.

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