Logo Giro
Search
Close this search box.
giro

Lucro da Cielo, sediada em Barueri, atinge R$ 184,6 milhões no 1º trimestre de 2022

Logo Giro
Os produtos de prazo somaran R$ 26 bilhões em volume, crescimento de 31% em relação ao 1º trimestre de 2021 (1T21) (Divulgação/Cielo)

Uma das maiores companhias de meio de pagamentos do Brasil, a Cielo, com sede em Barueri, obteve lucro líquido de R$ 184,6 milhões no 1º trimestre de 2022 (1T22). Esse montante representa alta de 35,9% em comparação ao mesmo período de 2021.

O resultado dos três primeiros meses deste ano se beneficiou do crescimento dos volumes capturados e do controle de gastos, da expansão do negócio de antecipação de recebíveis. Além disso a Cateno, joint venture criada pelo Banco do Brasil e pela Cielo para atuar na gestão de meios de pagamento, cresceu 165,2% sobre 1T21, resultado impulsionado pelo desempenho operacional, com destaque para o crescimento de 21,8% no volume de transações de cartões de crédito. A expansão dos resultados ocorre mesmo em meio a um cenário desafiador para o resultado financeiro, impactado pelas elevações na taxa básica de juros (SELIC).

Os produtos de prazo, soluções que permitem aos clientes da Cielo antecipar seus fluxos de recebíveis, vindos de transações a crédito à vista e parcelado, totalizaram R$ 26 bilhões em volume, forte aumento de 31% frente ao 1º trimestre de 2021 (1T21). Entre os produtos de prazo, destaque para a expansão da linha de aquisição de recebíveis, que alcançou 9,3% de penetração, ante 6,0% no 4T21.

As receitas líquidas da Cielo Brasil cresceram 14,1% sobre 1T21. Esse desempenho reflete a expansão dos volumes e a maior penetração do Receba Rápido, solução que permite aos clientes receberem todos os recursos de suas vendas por cartões de crédito em até dois dias úteis.

Closing
Após o encerramento do trimestre, a companhia anunciou o fechamento (closing) da venda da MerchantE Solutions, empresa de pagamentos baseada nos Estados Unidos. A Cielo recebeu, na data do closing, US$ 137 milhões pelo negócio. Com o anúncio da venda da MerchantE, a Cielo encerra um importante ciclo de desinvestimentos, totalizando R$ 1,3 bilhão adicionados ao caixa entre janeiro de 2021 e abril de 2022.

Receba nossas notícias em seu e-mail