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Locação residencial: Barueri tem a mais cara em janeiro de 2026

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O Índice ZipeZAP de Locação Residencial inclui preços de aluguel de apartamentos prontos em 36 cidades brasileiras (Divulgação/Freepik)

O município apresentou a locação residencial mais cara em janeiro de 2026. A média de preço foi de R$ 71,05/m². São Paulo vem na 3ª colocação, com R$ 62,96/m². O Índice ZipeZAP de Locação Residencial inclui preços de aluguel de apartamentos prontos em 36 cidades brasileiras.

A variação mensal do preço de locação de imóveis residenciais em Barueri foi de +0,33% em janeiro deste ano. Em dezembro de 2025, foi menor, de +0,16%.

Logo, a variação dos preços dos aluguéis em Barueri no ano de 2026 (acumulada no ano) foi de +0,33%. A variação no País todo neste período foi mais alta, de +0,65%.

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Locação residencial: capital paulista

Na capital paulista, a variação mensal do preço de locação foi de +0,43% em janeiro de 2026. Em dezembro do ano passado foi maior, de +0,49%.

Logo, a variação dos preços dos aluguéis em São Paulo este ano (acumulada no ano) foi de +0,43%.

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O bairro de Alphaville é destaque na locação de imóveis em Barueri (Uelson Henkell/Giro)

Mais detalhes

O aumento médio de 0,65% nos preços de locação em janeiro de 2026 foi levemente abaixo do apurado em dezembro de 2025 (+0,68%), sendo liderado pelo comportamento dos preços de imóveis de quatro ou mais dormitórios, que apresentou a maior variação de preço no período de referência (+1,29%), contrastando com o incremento mais moderado entre unidades que contavam com apenas um dormitório (+0,41%).

Em termos comparativos, o comportamento mensal do Índice FipeZAP de aluguel se manteve acima das variações registradas por outros índices de preços de referência do mercado, incluindo o IPCA/IBGE (+0,33%) e o IGP-M/FGV (+0,41%).

Geograficamente, 32 das 36 localidades que compõem a cesta de cálculo do Índice FipeZAP de Locação Residencial apresentaram aumentos nos preços de locação no primeiro mês de 2026, incluindo 19 das 22 capitais que fazem parte dessa lista: Natal (+3,01%); Belém (+2,61%); Manaus (+2,18%); Vitória (+1,59%); Maceió (+1,56%); Cuiabá (+1,34%); Goiânia (+1,29%); João Pessoa (+1,19%); Fortaleza (+1,05%); Campo Grande (+1,02%); Rio de Janeiro (+1,01%); Porto Alegre (+0,86%); Recife (+0,81%); Curitiba (+0,65%); São Luís (+0,63%); Salvador (+0,62%); São Paulo (+0,43%); Belo Horizonte (+0,34%); e Brasília (+0,26%).

Contrapondo-se a esse movimento, as três capitais em que os preços de locação recuaram no início de 2026 foram as seguintes: Aracaju (-2,31%); Teresina (-0,31%); e Florianópolis (-0,19%).

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