Estações das linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda não terão segurança feita pela PM

Na região, as estações presentes nas cidades de Osasco, Carapicuíba, Itapevi e Jandira não receberão o projeto do Governo do Estado (Rovena Rosa/Agência Brasil)

A deliberação vai de antemão ao novo acordo entre o Metrô e a PM, para coibir crimes, roubos e outros ataques que ocorreram nas estações nos últimos meses

As estações de trens da Linha 8-Diamante e Linha 9-Esmeralda, que permeiam as cidades de em Osasco, Carapicuíba, Itapevi e Jandira não contarão com a presença de agentes da Polícia Militar (PM) para realizar a segurança dos espaços. As informações foram confirmadas pela reportagem do Giro ontem (4).

“A decisão não se estende para as linhas 8-Diamante, 9-Esmeralda, 4-Amarela e 5-Lilás. As estações continuarão tendo como segurança funcionários da ViaMobilidade”, ressaltou a empresa.

A deliberação vai de antemão ao novo acordo entre o Metrô e a PM, para coibir crimes, roubos e outros ataques que ocorreram nas estações nos últimos meses. A medida foi divulgada no último dia 29 de setembro, no Diário Oficial do Estado de São Paulo.

A parceria foi fundamentada por meio de um convênio entre a estatal de transporte público, a Companhia Paulista de Transporte Metropolitana (CPTM) junto a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).

No projeto, os agentes trabalharão por meio de adesão voluntária, em regime de Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Militar (DEJEM), contratada pelo Metrô.

Ao todo, serão 180 vagas disponibilizadas, para policiais que estarão de folgas, atuando nas estações e quatro linhas do Metrô e do cinco da CPTM, na capital.

De acordo com a “Agência Brasil”, os custos mensais do projeto poderão chegar a R$ 1,4 milhão por mês, dependendo da quantidade de policiais que aderirem à proposta. A parceria entra em funcionamento a partir deste mês e valerá por 15 meses, podendo ser prorrogada até o limite de cinco anos.

A cada semestre, ainda de acordo com a “Agência Brasil”, uma comissão formada por membros do Departamento de Operações do Metrô e da Área Operacional da PM para definir quais espaços não deve receber maior reforço de segurança.