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Deputados da região divergem sobre incitação à pedofilia pela arte

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À pedido do Giro S/A os deputados da região comentaram sobre a polêmica performance La Bête, apresentada no Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, viralizada na internet, que traz uma criança interagindo com o coreógrafo que Wagner Schwartz, que estava nú.

O deputado estadual Gil Lancaster (DEM) afirmou que protocolou, na terça-feira (3), junto ao Ministério Público, solicitação de providências sobre a incitação de pedofilia no MAM. “Repudio totalmente a exposição em que crianças podem tocar em um homem adulto, completamente nú, em algo que eles chamam de performance artística. Não podemos permitir que isso aconteça. Pedofilia não é arte. Pedofilia é crime”, afirmou Lancaster.

Ao contrário de Lancaster, o deputado federal Valmir Prascidelli (PT), argumentou que a polêmica só cria uma “cortina de fumaça” sobre problemas mais importantes. “Há nas redes sociais um grupo especialista em buscar opiniões sobre temas polêmicos. Importante ressaltar que a defesa da família não pode ser feita pela imposição do ódio, do preconceito e do impedimento da liberdade das pessoas, muito menos distorcer a realidade da vida e dos fatos”, avaliou.

Já o também petista Marcos Martins disse que houve uma distorção na função que as experiências artísticas devem exercer na sociedade. “O tema foi contaminado por uma distorção do senso comum sobre o papel da arte, a diversidade cultural e até diferenças de criação de uma família para outra”. falou o deputado.

A deputada federal Bruna Furlan e o deputado estadual Márcio Camargo não se manifestaram sobre o tema.

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