Criptomoeda para iniciantes: saiba o valor mínimo para começar a investir

Muitos acreditam que é necessário muito dinheiro para investir, inclusive quando o assunto é criptomoedas, que ultrapassou os R$ 600 mil
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A geração Z tem se interessado pelo investimento em criptomoedas (Divulgação/Pexels)

Muitos acreditam que é necessário muito dinheiro para investir, inclusive quando o assunto é criptomoedas, que ultrapassou os R$ 600 mil

A 8ª edição do Raio-X do Investidor Brasileiro, divulgada pela Anbima em parceria com o Datafolha, revela que 33% da população conseguiu economizar em 2024. No entanto, menos da metade desse grupo direcionou seus recursos para produtos financeiros. Ou seja, isso representa um potencial inexplorado de 32 milhões de pessoas com reservas, mas que está fora do mercado de investimentos.

Muitos acreditam que é necessário muito dinheiro para investir, inclusive quando o assunto é Bitcoin, que ultrapassou os R$ 600 mil. Mas, é preciso comprar a moeda inteira para entrar neste mercado? Segundo especialistas, não. Já é possível investir em criptoativos a partir de R$100 mensais, comprando frações da moeda. Esse modelo atrai, principalmente, quem deseja testar o mercado sem comprometer grandes quantias.

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Para 51% dos que investem em ativos digitais, o principal atrativo é o retorno financeiro (Divulgação/Freepik)

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Segundo o levantamento, 4% da população já investe em Bitcoin, o dobro de edições anteriores. Entre os mais jovens, especialmente da geração Z, o apelo vai além do possível retorno financeiro: cripto representa liberdade, inovação e autonomia diante de um sistema financeiro tradicional considerado lento e limitado.

Para 51% dos que investem em ativos digitais, o principal atrativo é o retorno financeiro. Mas há também um fator cultural: o uso de aplicativos, a experiência intuitiva e o vínculo com a tecnologia ajudam a impulsionar essa escolha. A pesquisa revela também que 68% da geração Z preferem investir por meio de aplicativos, comportamento digital que está moldando o novo investidor brasileiro.

“O investimento em criptoativos, embora atraente, exige consciência. É um mercado volátil, com dinâmicas próprias, que opera em tempo real. Começar com R$ 100 é possível e um teste interessante, desde que haja informação. Sem isso, o risco de frustração é alto”, explica Ney Pimenta, CEO do Bitybank.

A nova geração de investidores busca soluções integradas que ofereçam praticidade e controle direto. “No Bitybank, unimos conta digital, negociação de criptomoedas, integração com finanças descentralizadas e cashback em cripto no cartão de crédito. Já movimentamos mais de R$ 70 bilhões e vemos diariamente como os investidores valorizam eficiência e autonomia”, acrescenta Pimenta.

A adesão cresce cada vez mais. Porém, o avanço das criptomoedas como investimento de entrada bate de frente com desafios estruturais. A falta de educação financeira, a ilusão de retorno fácil e o despreparo para lidar com perdas são fatores que precisam ser enfrentados. O investimento em Bitcoin exige o mesmo rigor que qualquer outro ativo.

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(Divulgação/Pexels)

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