Segundo Le Maire, o governo da França não pode garantir que haverá cortes na empresa e também não exige que a montadora mantenha aberta suas fábricas locais abertas.
Fundada em outubro de 1898, a montadora está em negociações para receber um empréstimo bilionário de cinco bilhões de euros (30 bilhões de reais). O aval depende do governo francês. Ainda essa semana haverá o anuncio de um plano de restruturação.
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Detentor de 15% da participação da Renault, o governo francês disse que irá dar a opção da companhia ajustar sua produção nesse período. Porém, foi ressaltado por meio de nota, que a fábrica instalada em Flins, região metropolitana de Paris, não seja fechada.
O ministro também não descartou que pode haver demissões na empresa.
Segundo Le Maire, o governo não tem intenção de ampliar sua fatia na Renault por enquanto.







