O verão se aproxima e a cada ano as cenas se repetem: os fortes temporais elevam o nível dos rios e causam enchentes, colocando em risco vidas e gerando prejuízo para quem reside às margens dos cursos d’água. Para tentar diminuir os impactos desse problema, as cidades da região realizam ações preventivas para combater os alagamentos.
Em Osasco, a Prefeitura intensificou os serviços de limpeza e zeladoria nas ruas. Em média, mais de 110 mil toneladas de entulhos são coletados além de limpezas de boca de lobo e desassoreamento de córregos. Também houve investimento na obra do Braço Morto, no Rochdale, onde foram canalizados mais de 1.200 metros dos 2.420 metros do total da obra.
Cotia informa que executa a limpeza e o desassoreamento de córregos diariamente. Os trabalhos passam ainda por limpeza e desobstrução de galerias e tubulações de águas pluviais, some-se a isso o constante trabalho de ampliação da capacidade de escoamento das águas.
Já Itapevi iniciou, em agosto, a “Operação Verão”, que consiste na limpeza e no desassoreamento de rios, córregos e afluentes em diversos pontos do município, e está concluindo o terceiro piscinão no bairro Sapiantã. Outros dois foram concluídos em 2017. Carapicuíba diz que faz atividades diárias, como drenagem e instalações de bocas de lobo, além de limpeza de córregos.
“Nós não respeitamos as várzeas dos rios, que normalmente foram feitas para acomodar esses períodos de inundação”, comenta o professor, Paulo Saldiva ao jornal da USP. “Políticas de médio e de longo prazo são artigo em falta nas prateleiras dos nossos políticos, porque eles gostam de fazer coisas possíveis de serem inauguradas,”, finaliza.
Até o fechamento desta edição, Barueri e Santana de Parnaíba não se manifestaram.






