A primeira parcial de prestação de contas dos candidatos mostra diversidade quanto a valores arrecadados nas campanhas. Enquanto uns receberam altas quantias do Fundo Eleitoral (dinheiro público), outros doaram do próprio bolso.
Candidatos a deputado estadual foram os que se autofinanciaram. Caso de Márcio Camargo (PSDB), que desembolsou R$ 218 mil; Dr. Lindoso (PSDB),R$ 103 mil; Dr. Alexandre Bussab (PSL), R$ 50 mil; Marmo Cezar (PSDB),
R$ 30 mil; Fabinho Reis (PSD), R$ 20 mil; Guto (PV) R$ 14,3 mil e Gilmara Ramos (PSB), R$ 5 mil. Os demais não declararam autofinanciamento.
A federal, o custeio do bolso foi mais baixo. De Paula (PSDB) desembolsou R$ 10,8 mil; Jô Antiório (PSD), R$ 8,3 mil;Zezinho (PT), R$ 3,5 mil.
Para Hilton Cesário Fernandes, da Fundação Escola de Sociologia e Política, o autofinanciamento beneficia candidatos endinheirados. “Quem ajuntou dinheiro não depende de doações, que depois podem ser cobradas por favores. Por outro lado, essas medidas beneficiam candidatos que têm recursos, que podem ter declarado renda alta no ano anterior para se autofinanciar a valores acima dos gastos na média das campanhas, e não há como controlar se esse dinheiro veio só deles ou se houve doação indireta”, avalia.






