Campanhas têm saldo negativo

De acordo com a prestação de contas, os dois candidatos a prefeito que chegaram ao segundo turno em Osasco arrecadaram menos do que as despesas contratadas​
De acordo com a prestação de contas, os dois candidatos a prefeito que chegaram ao segundo turno em Osasco arrecadaram menos do que as despesas contratadas. Jorge Lapas (PDT) informou ter recebido R$ 1,1 milhão e contratou R$ 2 mi em despesas. O maior doador da campanha é o próprio partido com R$ 200 mil e o candidato declarou ter colocado R$ 60 mil. Rogério Lins (PTN) teve R$ 676 mil recebidos e gastos contratados de R$ 887 mil. Do valor, a maior quantia veio do PTN com R$ 435 mil. Lins informou ter depositado R$ 85 mil em sua campanha. Entre os outros concorrentes, Celso Giglio (PSDB) arrecadou R$ 227 mil e teve gastos de R$ 312 mil, enquanto Osvaldo Verginio (PEN) teve R$ 131 mil, perto de Valmir Prascidelli (PT) – R$ 109 mil e Cláudio Piteri (PPS) – R$ 104 mil.