Vereadores de Osasco indicaram na terça-feira (7) que podem resistir ao projeto de extinção da Companhia Municipal de Transportes de Osasco (CMTO), por conta da crise financeira. A proposta foi devolvida pela Casa para que um estudo fosse anexado e na sessão de terça-feira (7), vereadores criticaram a situação dos ônibus e o preço da passagem. O prefeito Rogério Lins (PTN) negou que o fim da empresa representa o fim da fiscalização e que é inviável que ela opere os coletivos. “Primeiro a gente precisa extinguir, para que ela deixe de ser uma autarquia e integre a secretaria de Trânsito, com um custo menor”, afirmou.





