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Vendas: São Paulo tem o 6º m² mais caro em dezembro. Barueri, o 7º

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O valor médio da venda de imóveis em Barueri passa dos R$ 11.600/m² (Divulgação/Freepik)

Entre os 14 municípios cobertos pelo Jornal Giro, São Paulo foi o município que registrou o m² mais caro em dezembro de 2025, de acordo com o Índice FipeZAP de Venda Residencial. A média de preço foi de R$ 11.900/m². Nacionalmente, a cidade ocupa a 6ª colocação.

Em 2º lugar, aparece Barueri, com valor médio de R$ 11.696/m². Na lista geral, a localidade está na 7ª posição. Já Osasco ocupa o 3º lugar entre as cidades abordadas pelo Giro e a 20ª posição nacional, com o m² valendo, em média, R$ 8.367,00.

Os dados têm como base os preços de imóveis residenciais em 56 cidades, a partir de anúncios de apartamentos prontos anunciados na internet.

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(Divulgação/Freepik)

Mais detalhes

A variação mensal do preço de vendas de imóveis residenciais na capital paulista foi de +0,15% em dezembro de 2025. No mês anterior, novembro, o valor foi maior, de +0,41%. Já a variação dos preços das vendas em São Paulo no ano de 2025 (acumulada no ano) foi de +4,56%. A variação no Brasil todo neste período foi mais elevada, de 6,52%.

Já na cidade de Barueri, a variação mensal do preço de vendas de imóveis residenciais foi negativa, de -0,04% em dezembro do ano passado. No mês anterior, o valor também foi negativo, de -0,16%. Já a variação dos preços das vendas em Barueri no ano de 2025 (acumulada no ano) foi de +7,34%.

Em Osasco, a variação mensal de vendas registrou +0,71% em dezembro de 2025. Em novembro do mesmo ano, o valor foi menor, de +0,63%. A variação dos preços das vendas em Osasco este ano (acumulada) foi de +7,56%.

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Vendas Residenciais: balanço 2025

O Índice FipeZAP encerrou 2025 com uma alta acumulada de 6,52% – segunda maior variação anual dos preços de venda nos últimos 11 anos, sendo inferior apenas à apuração de 2024 (+7,73%). O resultado do índice em 2025 também superou com folga a variação anual do IGP-M/FGV (-1,05%), assim como a inflação ao consumidor, dada provisoriamente pela variação do IPCA/IBGE nos 11 meses encerrados em novembro, acrescida da prévia de dezembro, dada pelo IPCA-15* (+4,18%).

No recorte tipológico, imóveis com um dormitório encerraram o ano com a maior valorização (+8,05%), contrastando com a menor variação média dos preços de unidades que contavam com quatro ou mais dormitórios (+5,34%). Em termos de abrangência geográfica, a valorização dos imóveis residenciais foi amplamente disseminada, alcançando todas as 56 cidades que compõem a cesta do Índice FipeZAP, incluindo as capitais: Salvador (+16,25%); João Pessoa (+15,15%); Vitória (+15,13%); São Luís (+13,91%); Fortaleza (+12,61%); Belo Horizonte (+12,03%); Belém (+11,75%); Goiânia (+11,49%); Maceió (+10,50%); Cuiabá (+10,31%); Florianópolis (+9,07%); Natal (+8,51%); Manaus (+8,45%); Recife (+6,64%); São Paulo (+6,56%); Porto Alegre (+6,44%); Campo Grande (+4,08%); Brasília (+3,71%); Rio de Janeiro (+3,13%); Teresina (+2,80%) e Aracaju (+2,79%).

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Há mais de 18 anos, o GIRO noticia os acontecimentos mais importantes nos seguintes municípios: Araçariguama, Barueri, Cajamar, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Santana de Parnaíba, São Roque e Vargem Grande Paulista. Agora, juntam-se a eles, as cidades de São Paulo e Taboão da Serra.

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