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Venda residencial: Barueri lidera na Região Oeste e ganha 1 posição no ranking nacional

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Os dados têm como base os preços de imóveis residenciais em 56 cidades (Divulgação Freepik)

Entre os municípios localizados na Região Metropolitana Oeste de SP cobertos pelo Jornal Giro, Barueri foi o município que registrou o m² mais caro em abril de 2026, de acordo com o Índice FipeZAP de Venda Residencial. A média de preço foi de R$ 12.027/m². Nacionalmente, a cidade agora ocupa a 6ª colocação, tendo passado a capital paulista no ranking, que registrou R$ 12.019/m², que está em 7º lugar.

Osasco também aparece na lista, ocupando o 3º lugar entre as cidades abordadas pelo Jornal Giro e a 21ª posição nacional, com o m² valendo, em média, R$ 8.485,00.

Os dados têm como base os preços de imóveis residenciais em 56 cidades, a partir de anúncios de apartamentos prontos anunciados na internet.

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Vendas residenciais: positivo

A variação mensal do preço de vendas de imóveis residenciais em Barueri foi de +1,28% em abril de 2026. No mês anterior, março, o valor foi menor, de +0,88%. Logo, a variação dos preços das vendas na cidade em 2026 (acumulada no ano) foi de +3,19%. A variação no Brasil todo neste período foi inferior, de +1,53%.

Já em Osasco, a variação mensal do preço de vendas de imóveis residenciais foi de +0,66% em abril deste ano. No mês anterior, o valor foi um pouco superior, de +0,46%. Logo, a variação dos preços das vendas no município no ano de 2026 (acumulada no ano) foi de +2,15%, também superior ao País.

Na capital paulista, a variação mensal de vendas registrou +0,19% em abril de 2026. Em março do mesmo ano, o valor foi maior, de +0,42%. Logo, a variação dos preços das vendas em São Paulo este ano (acumulada) foi de +1,02%, abaixo do índice médio brasileiro.

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Em Osasco, a variação mensal de vendas registrou +0,19% em abril de 2026 (Divulgação/Freepik)

Mais detalhes

O Índice FipeZAP registrou um aumento médio de 0,51% em abril de 2026, acelerando em relação às variações nos três meses precedentes: janeiro (+0,20%), fevereiro (+0,32%) e março (+0,48%). Entre os tipos de imóveis, a elevação foi relativamente maior entre unidades com um dormitório (+0,63%), ao passo que aquelas com quatro ou mais dormitórios registraram a menor variação mensal (+0,41%). Em relação a outros índices de referência, o IGP-M/FGV exibiu um avanço de 2,73%, enquanto a prévia do IPCA/IBGE de abril, dada pelo IPCA-15, exibiu um aumento de 0,89% nos preços ao consumidor.

Individualmente, a alta abrangeu 55 das 56 cidades monitoradas, incluindo 21 das 22 capitais contempladas : Campo Grande (+1,87%); Vitória (+1,48%); Natal (+1,37%); Aracaju (+1,24%); São Luís (+1,22%); Salvador (+1,22%); Teresina (+1,15%); Fortaleza (+1,04%); Cuiabá (+1,03%); Maceió (+1,03%); Manaus (+0,97%); João Pessoa (+0,87%); Brasília (+0,87%); Florianópolis (+0,78%); Goiânia (+0,73%); Curitiba (+0,62%); Recife (+0,54%);
Belo Horizonte (+0,39%); Rio de Janeiro (+0,34%); Porto Alegre (+0,24%); e São Paulo (+0,19%). Em Belém, diferentemente, houve queda de 0,42% nos preços.

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