A confiança está na mira do Sindicato da Habitação (Secovi-SP) para 2019. “Prevemos crescimento de 10 a 15% do mercado. Além de redução da taxa de juros para financiamento para pessoa física, hoje em 9%”,afirma Celso Petrucci, economista-chefe da entidade.
Em 2018 houve alta de 11% nos lançamentos de janeiro a setembro, em comparação a 2017, na cidade de São Paulo. “Quase 60% delas no último trimestre de 2017. Esse ano foi mais equilibrado”, diz. Para 2018, está previsto redução de 8% a 10% nos lançamentos, porque o 4º trimestre não está tão aquecido. Em relação a vendas, em 9 meses, houve incremento de 41%.
O economista-chefe do Secovi-SP destaca o programa Minha Casa Minha Vida, do governo federal. No ano passado, do total de lançamentos, os imóveis econômicos representaram 36,8%. Em vendas, 26,9%. “Em 2018, pode chegar a 40%. São produtos até R$ 240 mil.“
Petrucci destaca uma preocupação do mercado. “O orçamento do FGTS em 2019 foi aprovado em R$ 50 bilhões para financiar habitação. Mas faltarão recursos já que demanda é maior que oferta. O governo precisa procurar a solução”, explica.






