A professora Andréa Rodrigues, da Cemei Osvaldo Gonçalves de Cavalho, do Jardim Rochdale, em Osasco, foi uma das ganhadoras do “Prêmio Educação Infantil – Boas Práticas”. Criado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Itaú Social, que reconhece iniciativas de profissionais que trabalham pela causa da primeira infância e da educação básica.
A docente desenvolveu, durante as aulas remotas, o projeto “Minha casa, minha escola”. A proposta que lhe rendeu o prêmio foi a criação de atividades de letramento digital, onde foi criada a personagem de fantoche “Glorinha”, protagonista dos encontros virtuais que ocorreram, por meio de ações educativas, e que resultou no envolvimento dos familiares, alunos e escola, neste período de aulas remotas na pandemia de covid-19.
“No início da pandemia comecei o projeto ‘Minha casa, minha escola’ para manter um contato mais estreito com a família dos meus alunos. A iniciativa transformou-se em uma poderosa ferramenta de comunicação, além disso, proporcionou o acesso às novas tecnologias”, comentou a professora Andréa.
A escolha da profissional e da prática docente foi feita por um grupo de especialistas em primeira infância e educação Infantil. Foram inscritos 707 projetos, passaram para a segunda fase 218, na terceira fase foram selecionados 150 e premiados 100 práticas de professores de todo o País.
De acordo com os realizadores, dos 100 premiados, 70 profissionais estão na faixa etária de 40 e 50 anos e têm mais de dez anos de profissão. Cada um dos 100 ganhadores receberá o valor de R$1.000,00 (mil reais) e um curso de formação sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para aprofundar os conhecimentos e práticas dos docentes. A capacitação será de 40 horas, online, realizada pelo Instituto Singularidades.






