Suspeito foi identificado por impressão digital no veículo e por imagens de câmeras de segurança; corpo da professora foi achado com sinais de estrangulamento
A Polícia Civil prendeu um dos suspeitos de envolvimento na morte da professora Fernanda Bonin, de 42 anos. Ele foi identificado por meio de câmeras de segurança que flagraram o momento em que o carro da vítima foi abandonado em uma viela estreita, a poucos quarteirões do local onde o corpo foi encontrado.
O corpo de Fernanda Bonin foi encontrado no dia 28 de abril, em um terreno baldio na Vila da Paz, zona sul de São Paulo. Ela apresentava sinais de estrangulamento, e estava com um cadarço enrolado no pescoço. O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).
Durante a investigação, peritos localizaram uma impressão digital parcial no veículo da professora, um Hyundai Tucson. A digital foi analisada e reconhecida, o que levou à identificação do suspeito.
Imagens de câmeras de segurança mostram dois homens caminhando por uma rua estreita às 21h24 do dia 27 de abril, data em que a vítima foi vista pela última vez. Às 21h29, a dupla abandona o carro na rua Ricardo Moretti.
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Depoimento da esposa da professora
Em depoimento à Polícia, a esposa da professora, a veterinária Fernanda Fazio, afirmou que Fernanda Bonin saiu de carro do seu apartamento no Jaguaré, na zona oeste da capital, na noite do dia 27/4, com o objetivo de socorrê-la após o carro apresentar um problema.
De acordo com o boletim de ocorrência, o carro da veterinária voltou a funcionar após ter esperado 30 minutos por Fernanda. Nesse momento, ela se dirigiu à casa da professora, o seu destino inicial, antes de o carro ter problemas, e falou com o porteiro do prédio, que não soube informar se ela havia saído do prédio.
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Ainda conforme depoimento da esposa da vítima, no dia seguinte, ao notar que a professora não havia aparecido no trabalho, acionou a Polícia Militar e retornou ao edifício, onde viu as imagens de câmera de segurança da esposa saindo da garagem por volta das 18h52.
Na imagens, é possível ver a professora entrando no elevador social do seu prédio até o andar da garagem. Com semblante tranquilo, ela mexe no próprio celular e se olha no espelho para checar os dentes. Um segundo vídeo mostra o seu carro, um Hyundai Tucson, saindo da garagem do prédio exatamente às 18h52. O terceiro e último corte flagrou o veículo na rua.
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