Parnaíba zera fila na saúde; Osasco e Itapevi buscam parcerias

Em Barueri, troca da gestão do Hospital Municipal foi barrada na justiça por dívidas trabalhistas do Instituto Hygia​
Efetivo } Entre as medidas, está a contratação de médicos

Um dos maiores desafios dos prefeitos da região é zerar a fila de espera para consultas e exames, além de melhorar a qualidade do atendimento na saúde. Para tentar driblar estas questões, as administrações informaram ao Giro S/A que estão buscando parcerias com a iniciativa privada, contratando médicos e atualizando cadastros.

Segundo a Prefeitura de Santana de Parnaíba, a cidade zerou a fila. Nenhuma consulta leva mais do que 30 dias, “tempo melhor do que ocorre em alguns convênios”, informou em nota. Para as mais procuradas, ortopedia e ultrassonografia, o município está ampliando o atendimento no horário noturno.

Em Osasco, há fila de espera, mas, de acordo com a gestão, não é possível precisar números “porque a Secretaria já constatou problemas no cadastro e está trabalhando para regularizá-lo”. A administração buscará parcerias com a iniciativa privada para reduzir em 50% a fila de espera. “Para atenderem os pacientes que estão na lista por tabela SUS; como odontologia e oftalmologia”.

Em fase de contratação de 41 médicos, Itapevi abriu processo para estabelecer parceria com empresas de diagnóstico, o que deve ocorrer nas próximas semanas. Hoje há 29 mil pacientes aguardando exames. Para ultrassom transvaginal, o tempo chega a três anos.

A Prefeitura de Cotia não retornou até o fechamento da edição.

Barueri

O processo de transição da gestão do Hospital Municipal Dr. Francisco Moran foi barrado pela justiça. Segundo o prefeito, Rubens Furlan, o Sindicato dos Trabalhadores de Enfermagem conseguiu liminar no Tribunal do Trabalho. “É por conta do passivo trabalhista [R$ 38 milhões]. Em até 15 dias, deve sair decisão judicial. Se a prefeitura tiver que pagar, já consegui o dinheiro, pagamos e recorremos”, disse.

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