Parlamentares relataram a falta de fiscalização do órgão da administração em relação às empresas concessionárias que administram o transporte público. “Precisamos de uma CMTO mais ativa”
Mais fiscalização no transporte coletivo por parte da CMTO (Companhia Municipal de Transporte de Osasco). Este foi o pedido feito por vereadores de Osasco durante a última sessão ordinária na Câmara Municipal. O assunto entrou na pauta após o vereador Pele da Cândida (MDB), revelar que a CMTO deixou de exercer a função de empresa de transporte depois que o serviço passou a ser executado pelas concessionárias Urubupungá e Viação Osasco.
“Hoje a cobrança é grande e o pessoal na rua pergunta se ainda existe a CMTO e se não virou um cabide de emprego. Muita coisa ficou para trás, principalmente a questão dos pontos de ônibus”, desabafou o político, reclamando da falta de pontos de ônibus nas avenidas São José e João Ventura dos Santos. “Precisamos de uma CMTO mais ativa que possa fiscalizar essa situação”, acrescentou.
O vereador Emerson Osasco (Rede) lamentou que a população sofra com a falta de ônibus adequados para atender a demanda dos bairros periféricos. “As ruas são muito curtas e existe a necessidade de veículos adaptados, como micro-ônibus, que atenderiam melhor a população. A gente precisa de alguém que atue mais nessa questão dos transportes em Osasco”, pontuou.
já o vereador Ralfi Silva (Republicanos) reclamou da falta de fiscalização em relação às atividades executadas pelas concessionárias do serviço de ônibus. “Infelizmente a gente não vê fiscalização. Essas televisões novas que estão nos pontos de ônibus, não teve licitação. Esta Casa precisa ter uma comissão e fiscalizar de perto a CMTO”, apontou, .
Quem também falou sobre a falta de pontos de ônibus foi o vereador Zé Carlos Santa Maria (Patriota). “Os moradores estão andando mais de um quilômetro para tomar o ônibus. Eu pedi um ponto e negaram, porque o trajeto ia aumentar em 600 metros e aumentaria o valor da tarifa”, lamentou.






