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Osasco é a 26ª cidade que mais consome artigos para casa

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Crescimento nacional envolveu 238,8 mil pontos de venda em todo o País (Divulgação/Pexels)

Além de Osasco, os municípios de Barueri, Cotia, Santana de Parnaíba e Carapicuíba, também aparecem entre as 150 cidades listadas

Segundo levantamento realizado pela Associação Brasileira de Artigos para Casa, Decoração, Presentes, Utilidades Domésticas, Festas e Flores (ABCasa), Osasco está na 26ª posição no ranking das cidades que mais consomem artigos para casa e decoração. A pesquisa, divulgada recentemente, foi feita em parceria com o Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI) e lista 150 municípios.

O setor de artigos para casa movimentou R$ 96,3 bilhões na economia brasileira em 2022. “É importante ressaltar que o setor empregou um total de 2,7 milhões de pessoas em 2022, tanto em lojas especializadas como em varejistas não especializados”, destaca Eduardo Cincinato, presidente da ABCasa.

Osasco à frente de capitais

O município ocupou a 15ª posição no ano de 2019. No entanto, apesar da queda, a participação de Osasco no consumo residencial de artigos para casa, entre as principais cidades brasileiras, atingiu 0,5%, colocando-a à frente de Aracaju (27ª), São José dos Campos (28ª), Juiz de Fora (29ª), Ribeirão Preto (30ª), Santos (31ª) e Natal (32ª).”

Quando o assunto é classe social em Osasco, as classes B1, B2 e C1 são as maiores consumidoras de itens para casa, representando 0,6% cada, em relação ao número de habitantes. A classe B1 refere-se a consumidores que recebem de 15 a 20 salários mínimos. A classe B2, de 5 a 15 salários mínimos. Enquanto a classe C1 refere-se a pessoas com renda de 3 a 5 salários mínimos.

Barueri, Santana de Parnaíba, Cotia e Carapicuíba também estão presentes na lista das 150 cidades que mais consumiram artigos para casa e decoração em 2022. Barueri figura na 52ª posição. O consumo geral, segundo o levantamento da ABCasa, atingiu 0,2%. Destacam-se a classe social A (acima de 20 salários mínimos), representando 0,5%. Em seguida, encontram-se as classes B1 e C1, ambas com 0,3% de representatividade.

Cotia figura na 96ª posição, seguida de perto pelo município de Carapicuíba, na 98ª colocação. Em Cotia, o consumo geral representa 0,1%, com destaque para as classes sociais A, B1 e C1. Já em Carapicuíba, o consumo residencial de artigos para casa nas principais cidades brasileiras atingiu 0,1%, destacando-se as classes sociais C1 e C2 (renda de 2 a 3 salários mínimos).

Santana de Parnaíba figura na 116ª posição, apresentando um consumo geral de 0,1%. Destacam-se as classes sociais C1 e C2, contribuindo com 0,2% cada, como as principais consumidoras de produtos para casa e decoração.

Osasco é a 26ª cidade que mais consome artigos para casa
Além de Osasco, mais duas cidades da região metropolitana Oeste de SP surgem no levantamento da ABCasa (Uelson Henkell/Giro S/A)

Cenário nacional 

O estudo apresentado pela ABCasa revelou que a movimentação ultrapassou os R$ 96,3 bilhões no ano passado, envolvendo 238,8 mil pontos de venda em todo o Brasil. Dentre esses estabelecimentos, 135,2 mil são lojas de varejo especializadas em artigos para casa, decoração, presentes e utilidades domésticas, enquanto 103,7 mil são pontos de venda de varejo não especializado, incluindo lojas de departamentos, variedades e home centers.

A produção local de artigos para casa, decoração, presentes e utilidades domésticas em 2022 totalizou R$ 54 bilhões, em valores líquidos, sem impostos, por meio de 25,9 mil unidades produtoras que empregam diretamente 458,5 mil funcionários.

No que diz respeito ao comércio exterior, o segmento realizou importações no valor de US$ 1,3 bilhão em termos FOB (Free on Board) em 2022. Ao mesmo tempo, as exportações brasileiras desses produtos totalizaram US$ 897 milhões, também em termos FOB, no mesmo período. Os Estados Unidos foram o principal comprador, representando 35,2% das exportações, equivalente a US$ 315,7 milhões, seguidos pela Argentina, com 8,7%.

“O nosso setor, ao lado da construção civil, teve um aumento expressivo no pós-covid 19 e o resultado direto foi o aumento no número de lojas, produção e profissionais ligados ao segmento. Houve uma mudança de mentalidade do consumidor final, que passou a ter um novo olhar para a casa e hoje investe mais em decoração”, afirma Cincinato.

Osasco é a 26ª cidade que mais consome artigos para casa
O setor de artigos para casa movimentou R$ 96,3 bilhões na economia brasileira em 2022 (Divulgação/ABCasa)

Vendas nas lojas físicas e no e-commerce 

O varejo físico movimentou aproximadamente R$ 82,5 bilhões em 2022, representando 85,7% do mercado de artigos para casa, decoração, presentes e utilidades domésticas. Paralelamente, o e-commerce também alcançou um desempenho expressivo, totalizando R$ 13,8 bilhões, correspondendo a 14,3% das vendas do segmento. Notavelmente, registrou uma taxa de crescimento anual de 46,1% no período de 2019 a 2022.

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