Osasco aumenta verba para a Saúde em R$ 24,7 milhões

Lei será aprovada pela Câmara Municipal até o fim do ano; mas texto pode sofrer alterações​
Estrutura } Entre os equipamentos existentes, cidade
conta com Hospital Municipal Antônio Giglio

O projeto de lei orçamentária para 2017 de Osasco, que está sendo analisado pela Câmara dos Vereadores, e deve ser aprovado até o fim do ano, prevê a receita da cidade em R$ 2,3 bilhões, R$ 2,8 milhões a menos do que o vigente, R$ 2,4 bilhões.

O documento, que pode sofrer alterações, prioriza a Secretaria da Educação com a maior fatia, R$ 608,6 milhões, 10,53% a mais do que o deste ano, R$ 550,6 milhões. O valor representa 25,3% do total do orçamento.

A Secretaria da Saúde vem na sequência com R$ 583,6 milhões, R$ 24,7 milhões a mais do que atualmente R$ 558,9 milhões. O prefeito eleito Rogério Lins disse que​ seu corpo técnico ainda vai fazer uma avaliação do orçamento como um todo, mas ressaltou que a área é prioritária para a futura gestão. “A nossa primeira ação é fazer a​ saúde funcionar melhor, investir na otimização desse serviço é uma prioridade para a gente. Não dá para faltar remédio, faltar profissionais. Temos de ter celeridade na saúde; é a primeira pasta que a gente quer se debruçar através de um choque de gestão”.

Para Serviços e Obras, a pasta deve contar com R$ 183,8 milhões, um corte de R$ 129,2 milhões, dos R$ 313,1 milhões da receita vigente. Já a área de Segurança e Controle Urbano, uma das mais visadas pela população, terá R$ 77,7 milhões, R$ 15 milhões a mais do que neste ano, R$ 62,6 milhões.

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