Segundo um levantamento realizado pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP), a maior parte das casas de repouso para idosos da região possui licença da Vigilância Sanitária e alvará de vistoria do Corpo de Bombeiros para funcionar, ao contrário da situação do estado.
Dos 13 asilos existentes, entre filantrópicos, públicos e com fins lucrativos de Barueri, Cotia, Osasco e Santana de Parnaíba, não há ambos os documentos citados em apenas quatro deles. O estudo não especifica em qual estabelecimento. Em Barueri, com um asilo, e Osasco, com quatro, não há irregularidades. No município de Itapevi não constam casas de repouso na lista. A situação crítica foi apontada em Cotia, dos seis asilos, faltam licenças sanitárias e alvarás dos Bombeiros e registros no Conselho Municipal do Idoso (CMI) em três. Na cidade de Santana de Parnaíba, com 2 casas, não há condições sanitárias, registro no CMI e alvará dos Bombeiros em um asilo.
No estado, das 1543 instituições existentes, 1141 (74%) não possuem o documento de segurança emitido pelos bombeiros e 1132 (73%) não têm o certificado de condições sanitárias adequadas.
De acordo com os dados do MP, mais de 40 mil idosos viviam em instituições de longa permanência espalhadas pelo estado no primeiro semestre de 2016. O número é 13,2% maior do que o registrado no último levantamento, realizado em 2015.






