Mercado Livre, sediado em Osasco, responde ao Procon-SP sobre vazamento de dados

Segundo a empresa, não foram obtidas senhas, saldos em conta e informações financeiras de 300 mil usuários da plataforma de e-commerce
Plataforma possui mais de 140 milhões de usuários (Divulgação/Mercado Livre)

Sediado em Osasco, o Mercado Livre explicou ao Procon-SP na sexta-feira (11), por meio de nota, o vazamento de dados de usuários da plataforma ocorrido no dia 7 de março. A empresa detectou que parte do código-fonte foi acessado por pessoas não autorizadas e que tiveram acesso a dados de cerca de 300 mil usuários do sistema. A empresa é a maior plataforma de e-commerce da América Latina, contabilizando mais de 140 milhões de usuários.

A fundação de proteção e defesa do consumidor queria saber quando o problema foi constatado, quais serviços de atendimento foram atingidos, quantos consumidores foram afetados, quais transações e operações foram comprometidas e quais os impactos para o consumidor.

Em nota, a empresa diz o seguinte: “detectamos que parte do código-fonte do MercadoLivre Inc. foi sujeito a um acesso não autorizado. Ativamos nossos protocolos de segurança e estamos tomando medidas rigorosas para evitar novos incidentes. Embora dados como nome, e-mail e telefone de aproximadamente 300 mil usuários (de quase 140 milhões de usuários ativos únicos) tenham sido acessados, não encontramos nenhuma evidência de que nossos sistemas de infraestrutura tenham sido comprometidos ou que tenham sido obtidas senhas de usuário, saldos em conta, investimentos, informações financeiras ou de cartão de pagamento. Não houve, portanto, acesso às contas dos usuários.”